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Companhia das Letras

Pesquisa minuciosa e colossal, esta fotobiografia narra a curta, produtiva e surpreendente vida de Fernando Pessoa, restituindo em texto e imagem a dimensão humana do poeta português que inventou cerca de setenta personas literárias. Leia +
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Terceiro e último volume da série consagrada à publicação da obra poética ortônima (Pessoa ele-mesmo) reúne 123 poemas inéditos. Leia +
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LISBOA (2008)
o que o turista deve ver

Escrito originalmente em inglês, por volta de 1925, Lisboa: o que o turista deve ver percorre, dentro de uma rigorosa perspectiva histórica, todo o patrimônio da cidade que Pessoa chamava de seu "lar". Leia +
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Fernando Pessoa marcou a poesia do século XX sobretudo por ter se desdobrado em vários. Mas, enquanto escrevia as obras poéticas de seus outros "eus", o autor tão multifacetado não deixava de modelar a própria faceta. A reunião dos poemas que Fernando Pessoa assinou com o próprio nome traz à tona um monumento poético. Leia +
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Fernando Pessoa, mais que um poeta, foi vários. Para muitos leitores, ele é mais conhecido como o criador de múltiplos "heterônimos". Mas a recente revelação de centenas de inéditos vem ressaltar a importância da obra poética que ele assinou com seu próprio nome. Leia +
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Além de poeta - ou, em alguma medida, como todo grande poeta -, Fernando Pessoa foi também um exímio frasista. Aforismos e afins traz à tona essa vertente de Pessoa. Leia +
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POESIA (2000)
Ricardo Reis

Este livro traz os poemas de Ricardo Reis, o mais clássico dos heterônimos de Fernando Pessoa. Refletindo um espírito rigoroso, defensor do autodomínio e da ausência de desejos como receita de sabedoria, as odes de Reis buscam recuperar a influência das civilizações grega e romana na poesia do século XX. Leia +
Companhia das Letras

Cartas literárias, comerciais, militantes, poéticas, filosóficas, políticas: a correspondência de Fernando Pessoa dá um sentido a mais à multiplicidade característica do poeta. Leia +
Companhia das Letras

A discussão da oralidade e da escrita, da ortografia, das línguas artificiais, do futuro das línguas existentes e, sobretudo, do português, empreendida pelo poeta que escreveu: "Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma". Leia +
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De publicação póstuma, este é o texto de Fernando Pessoa que mais se presta ao debate acerca da correta apresentação dos trechos que o compõem. Em nova edição, as últimas descobertas e convenções sobre a gênese desta peculiar obra estão incorporadas e minuciosamente comentadas. Leia +
Companhia das Letras

Espécie de antologia composta de poemas que Pessoa publicou em jornais e revistas e que pretendia reunir em livro. Além de Pessoa, estão aqui os heterônimos Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis. Leia +
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MENSAGEM (1998)

Nessa pequena epopéia o eu lírico é na verdade a nação ou a alma portuguesa. São poemas "em que se resume a história passada, e a promessa da história futura, de Portugal", como escreveu Pessoa. Leia +
Companhia das Letras

Versão sarcástica da história nacional, de autoria de um humorista do início do século XX. Mendes Fradique promove a mais estapafúrdia mistura de épocas, fatos e personagens, num retrato ao mesmo tempo bem-humorado e crítico da República Velha, que parodia a estrutura dos livros didáticos. O volume traz caricaturas e charges feitas pelo autor. Leia +
Companhia das Letras

Precioso guia de boas maneiras publicado em Portugal em 1845 e que logo ganhou uma legião de leitores fiéis na recém-criada corte imperial brasileira. Leia +