Jornada: diferentes culturas e bibliodiversidade
23/07/2020Terceiro dia da Jornada Pedagógica trouxe ao debate nomes como Lúcia Hiratsuka e Edson Krenak para falar sobre multiculturalidade e ancestralidade
Terceiro dia da Jornada Pedagógica trouxe ao debate nomes como Lúcia Hiratsuka e Edson Krenak para falar sobre multiculturalidade e ancestralidade
De 20 a 24 de julho grandes nomes estarão reunidos debatendo formas de trazer a leitura e a escrita para o dia a dia dos alunos. Confira como foi o primeiro dia
Projeto do Quero na Escola conecta estudantes que não conseguem emprestar livros, por causa das bibliotecas fechadas, a voluntários que tenham as obras para doar
A ativista paquistanesa Malala Yousafzai completa 23 anos em 12 de julho. Sua luta pela educação e direitos humanos é tão importante que a data foi chamada de Malala Day
É momento de reinventar a forma de educar os alunos, ensinar menos, aprender mais e distribuir os espaços de aprendizagem, defende a socióloga Lourdes Atié
A escritora Kiusam de Oliveira, doutora em Educação, explica como o racismo, a crueldade e a violência estão presentes em nosso cotidiano e na escola
A psicóloga Rita Calegari explica como encontrar um equilíbrio para o uso intenso das telas nesse período e se livrar da "culpa" por não conseguir reduzir essa tecnologia
A conscientização do respeito deve começar cedo, a diversidade racial e cultural precisam ser mostradas e a discriminação pela raça tem de ser nomeada para ser combatida
Vídeo: Educadores e ativistas dão sugestões de como implementar um ensino antirracista e chamam para reflexões sobre o currículo de cultura afro-brasileira, literatura e mitos africanos
As diferenças já existentes entre as duas modalidades ficaram mais gritantes na pandemia, e não só na tecnologia. Mas o que é possível ser feito para democratizar o ensino?
Ainda não se sabe quando as crianças retornarão às escolas, mas, quando isso acontecer, será uma nova adaptação e os professores devem estar preparados para ouvir e conversar
A socióloga Lourdes Atié reflete por que a ativista sueca, mais importante liderança jovem da atualidade, incomoda tanto os adultos brasileiros e sugere as lições que os educadores deveriam tirar de seu exemplo