Livro acessível
0
Carrinho
Clique para ampliar
#MAMIFEROS
Narrativa impiedosa e hilariante da vida, dos amores e dos fracassos de um solteirão alcoólatra, fumante inveterado e obcecado por sexo, com sua visão deliciosamente cáustica e politicamente incorreta da família, do trabalho, do casamento, do amor, do sexo e da sociedade burguesa em geral.
Apresentação
"Toda família clássica sente-se na obrigação de ter um fracassado": assim começa Mamíferos, a narrativa fortemente autobiográfica da vida de um desses "fracassados". Ele bebe, fuma quarenta cigarros por dia, é depressivo, fica desempregado e não tem filhos, apesar das duas "tentativas de suicídio afetivo" - assim chama o casamento - que cometeu. Mas além da visão impiedosa de si mesmo, o narrador dispara uma metralhadora giratória de frases curtas e demolidoras contra a família, o amor, o trabalho e a sociedade em geral.
Nada politicamente correto, ele não poupa ninguém de seu sarcasmo devastador: psiquiatras e psicanalistas, o serviço público, o meio editorial, a arte conceitual, a Polônia pós-comunista, as mulheres, a democracia, os empresários, o sistema de ensino e, sobretudo, o casamento, a família e sua rainha, a mãe dominadora e castradora.
Num tom cáustico e amargo que, ao mesmo tempo, imita a objetividade da narrativa em off de um documentário sobre a vida animal, Mérot analisa a confraria dos beberrões, a infelicidade afetiva de seu anti-herói, sua desastrosa vida sexual, sua saga pelos empregos mais ridículos e seu mergulho no desemprego crônico. Finalmente, ele se torna professor e dá margem a algumas das páginas mais hilárias do romance, ao descrever os percalços da pedagogia moderna numa violenta escola de periferia.
Ficha Técnica
Título original: MAMMIFÈRES
Tradução: Eduardo Brandão
Capa: Kiko Farkas / Máquina Estúdio e Elisa Cardoso/ Máquina Estúdio
Páginas: 176
Formato: 14.00 X 21.00 cm
Peso: 0.225 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 08/03/2005
ISBN: 9788535906073
Selo: Companhia das Letras
Autor

Assine a newsletter da Companhia