Home | Livros | Zahar | DISPOSITIVO DE RACIALIDADE
CLIQUE PARA AMPLIAR

DISPOSITIVO DE RACIALIDADE

A construção do outro como não ser como fundamento do ser

Sueli Carneiro

R$ 79,90

/ À vista

Apresentação

Neste que é um dos livros de filosofia política mais relevantes escritos no Brasil, Sueli Carneiro oferece uma interpretação contundente do racismo e uma defesa de seu enfrentamento sempre pelo coletivo, onde o cuidado de si e o cuidado do outro se fundem na busca da emancipação.

Frequentemente comprados juntos

Zahar

Dispositivo de racialidade

Sueli Carneiro

R$ 79,90

Zahar

Por um feminismo afro-latino-americano

Lélia Gonzalez

R$ 71,91

Companhia das Letras

Futuro ancestral

Ailton Krenak

R$ 44,90

Preço total de

R$ 196,71

Adicionar ao carrinho
Menos é mais

Fontanar

Menos é mais

Francine Jay

R$ 59,90

O que sobra

Objetiva

O que sobra

Príncipe Harry

R$ 94,90

Por um feminismo afro-latino-americano

Zahar

Por um feminismo afro-latino-americano

Lélia Gonzalez

R$ 71,91

O pacto da branquitude

Companhia das Letras

O pacto da branquitude

Cida Bento

R$ 44,90

Os condenados da terra

Zahar

Os condenados da terra

Frantz Fanon

R$ 69,90

Negro sou

Zahar

Negro sou

Guerreiro Ramos

R$ 79,90

Longe de casa

Seguinte

Longe de casa

Malala Yousafzai

R$ 59,90

Ficha Técnica

Páginas: 432 Formato: 16.00 X 23.00 cm Peso: 0.668 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 03/03/2023
ISBN: 978-65-5979-096-8 Selo: Zahar Capa: Elisa von Randow Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Neste que é um dos livros de filosofia política mais relevantes escritos no Brasil, Sueli Carneiro oferece uma interpretação contundente do racismo e uma defesa de seu enfrentamento sempre pelo coletivo, onde o cuidado de si e o cuidado do outro se fundem na busca da emancipação.

Quase duas décadas após ter sido defendida na Faculdade de Educação da USP, a tese de doutorado de Sueli Carneiro chega na forma de livro com grande atualidade. Nele, a autora aplica os conceitos de dispositivo e de biopoder de Michel Foucault ao domínio das relações raciais, forjando o que chama de dispositivo de racialidade -- que produz uma dualidade entre positivo e negativo, tendo na cor da pele o fator de identificação do normal, representado pela brancura.
Especulando com Foucault e amparada na teoria do contrato racial do afro-jamaicano Charles Mills, ela demonstra como este dispositivo se constitui em um contrato que não é firmado entre todos, e sim entre brancos, e funda-se na cumplicidade em relação à subordinação social e na eliminação de pessoas negras. Ele também se efetiva pelo epistemicídio, cujo objetivo é inferiorizar o negro intelectualmente e anulá-lo como sujeito de conhecimento.
Contudo, todo dispositivo de poder produz a sua própria resistência, e é nesse contexto que a filósofa traz à obra a voz de quatro insurgentes. Seus testemunhos revelam que é da força da autoestima, da conquista da memória e da ação conjunta que se extrai a seiva da resistência.

Sobre o autor