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"O QUE É UM SONHO?", JONAS PERGUNTOU
O pequeno Jonas teve um sonho, e a partir de então ele resolve entender melhor que negócio é esse de sonhar. Em casa, os pais estão muito ocupados para dar uma resposta, e por isso ele sai por aí perguntando. No caminho, encontra uma raposa, um urso, uma coruja... Quem será que pode explicar isso a ele?
Narrada por meio da correspondência trocada entre as personagens, esta é a história de um garoto que, ao se ver em apuros, recorre aos colegas de uma sociedade milenar, a 1001 Fantasmas. A autora mostra que crescer significa, entre outras coisas, compreender que a razão não é capaz de abarcar a totalidade da vida.
Oito décadas de cinema visitadas por um mito da crítica cinematográfica, em artigos deliciosos que resumem a própria história do cinema. Kael informa e diverte, aliando um conhecimento técnico preciso a comentários pessoais impagáveis.
As histórias reunidas pela autora inglesa Angela Carter nesse livro traçam um extenso painel do folclore mundial e das tradições narrativas dos mais variados povos. Mas engana-se o leitor que pensa encontrar aqui contos de fadas infantis. Eles foram escritos em uma época em que esse tipo de narrativa não era destinado a crianças, e oferecem ainda um retrato do dia-a-dia no mundo pré-industrializado.
Jacqueline Hermann estuda o período entre 1580 e 1600 e mostra o início de um tempo marcado por guerras, perseguições, exílios e utopias. É quando surge o sebastianismo, a crença de que o rei d. Sebastião, desaparecido entre os muçulmanos, voltaria um dia para libertar os portugueses.
Estudando a passagem do século XVII para o XVIII, as autoras mostram como a descoberta do ouro e o perigo de invasões estrangeiras, entre outros fatores, contribuíram para mudar a política imperial portuguesa e secularizar a noção de "império", antes permeada de um ideal messiânico.
Nesse novo lançamento da Coleção Memória e História, Tatiana Belinky, hoje uma das maiores escritoras de livros infantis em língua portuguesa, narra o início de sua vida no Brasil, após imigrar com a família da Letônia no começo da década de 1930.
A passagem do século XVIII para o século XIX no Brasil foi marcada pelas Inconfidências de Minas, Rio de Janeiro e Bahia - e pela transferência da família real lusitana para o país. Foi uma virada que assistiu à possibilidade de fragmentação do território colonial em Brasis e à criação de um império luso-brasileiro sediado na América.
As diferentes manifestações da cultura e das artes no momento da Revolução Francesa. Mozart, Goya, David, Blake, Rousseau servem de baliza para esta interpretação fundamental das sensibilidades, idéias, modos de ser e de pensar do fim do século XVIII.
Civilização, progresso, velocidade: o final do século XIX representa o momento triunfal de uma certa modernidade que não podia esperar. Mas esses "tempos modernos" traziam seus limites: veneno e antídoto, a ciência representava, ao mesmo tempo, a utopia e seu calvário.