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Cia das Letras

Meu nome é Raquel Trindade, mas pode me chamar de Rainha Kambinda

Ilustração: Bárbara Quintino

Artista multidisciplinar, Raquel Trindade é um dos grandes símbolos da cultura brasileira. Guardiã de saberes ancestrais, honrou o legado de seus pais, Solano Trindade e Maria Margarida Trindade, deixando, ela própria, um tesouro para as futuras gerações.

Artista multidisciplinar, Raquel Trindade é um dos grandes símbolos da cultura brasileira. Guardiã de saberes ancestrais, honrou o legado de seus pais, Solano Trindade e Maria Margarida Trindade, deixando, ela própria, um tesouro para as futuras gerações.

Essa é a história de uma verdadeira heroína negra. Ativista cultural, artista plástica, dançarina, coreógrafa e ensaísta, fundou em 1975 o Teatro Popular Solano Trindade, em Embu das Artes, tornando-se expoente na preservação e na promoção da cultura negra e popular.
Protagonista também na fundação do Maracatu Nação Kambinda, se tornou conhecida como Rainha Kambinda, a principal referência nessa corte de estrutura matriarcal, originalmente popularizada por grupos que percorriam em desfile as ruas do Recife, lugar onde nasceu.
A partir de suas memórias, somos convidados a também participar desse movimento, conhecendo em detalhes sua trajetória de luta incansável pela representatividade negra em todos os setores da sociedade brasileira.

Indicado para leitores a partir de 9 anos.

Sinopse

Artista multidisciplinar, Raquel Trindade é um dos grandes símbolos da cultura brasileira. Guardiã de saberes ancestrais, honrou o legado de seus pais, Solano Trindade e Maria Margarida Trindade, deixando, ela própria, um tesouro para as futuras gerações.

Essa é a história de uma verdadeira heroína negra. Ativista cultural, artista plástica, dançarina, coreógrafa e ensaísta, fundou em 1975 o Teatro Popular Solano Trindade, em Embu das Artes, tornando-se expoente na preservação e na promoção da cultura negra e popular.
Protagonista também na fundação do Maracatu Nação Kambinda, se tornou conhecida como Rainha Kambinda, a principal referência nessa corte de estrutura matriarcal, originalmente popularizada por grupos que percorriam em desfile as ruas do Recife, lugar onde nasceu.
A partir de suas memórias, somos convidados a também participar desse movimento, conhecendo em detalhes sua trajetória de luta incansável pela representatividade negra em todos os setores da sociedade brasileira.

Indicado para leitores a partir de 9 anos.

Ficha técnica

Selo
Pequena Zahar
Lançamento
25/04/2023
ISBN
978-65-88899-58-8
Acabamento
Livro brochura
Páginas
32
Formato
27x20 cm
Peso
162 g
Ilustração
Bárbara Quintino
Capa
Bárbara Quintino