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Cia das Letras

Macau

A subjetividade é um porto de não é fácil se desprender, mesmo para aqueles que se lançam à descoberta de novas paragens - tais como Macau, lugar ao mesmo tempo estrangeiro e familiar. O trabalho poético de Paulo Henriques Britto, indissociável do ritmo diário, obedece menos à inspiração, mais à oficina e ao suor.

A subjetividade é um porto de não é fácil se desprender, mesmo para aqueles que se lançam à descoberta de novas paragens - tais como Macau, lugar ao mesmo tempo estrangeiro e familiar. O trabalho poético de Paulo Henriques Britto, indissociável do ritmo diário, obedece menos à inspiração, mais à oficina e ao suor. Essa necessidade orgânica do ato criativo denota um impulso de, por meio da subjetividade, arranhar a opacidade das coisas, atendendo ao incômodo - mas inescapável - impulso de endereçar ao mundo uma carta íntima.

Sinopse

A subjetividade é um porto de não é fácil se desprender, mesmo para aqueles que se lançam à descoberta de novas paragens - tais como Macau, lugar ao mesmo tempo estrangeiro e familiar. O trabalho poético de Paulo Henriques Britto, indissociável do ritmo diário, obedece menos à inspiração, mais à oficina e ao suor. Essa necessidade orgânica do ato criativo denota um impulso de, por meio da subjetividade, arranhar a opacidade das coisas, atendendo ao incômodo - mas inescapável - impulso de endereçar ao mundo uma carta íntima.

Ficha técnica

Título Original
Macau
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
25/07/2003
ISBN
978-85-359-0395-9
Acabamento
Livro brochura
Páginas
80
Formato
19x13 cm
Peso
107 g