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Cia das Letras

Cosmos

Tradução: Tomasz Barcinski e Carlos Alexandre Sá

Quem cometeu o crime mais esquisito da história da literatura detetivesca, presente logo nas primeiras páginas de Cosmos, a última história de Witold Gombrowicz? Terá sido um dos membros daquela família extravagante que acolhe o narrador na pensão de província durante suas férias? O pater familias, com seus hilariantes acessos histéricos à mesa? A mãe gordinha e repressora? A bela e silente Lena, filha do casal, tresandando uma sufocada sensualidade? A empregada de lábios reptilianos? Fuks, o repelente escudeiro do narrador? As pistas para a resolução do enigma ao mesmo tempo macabro e burlesco talvez estejam naquelas manchas e riscos no teto da sala de jantar e do quarto que parecem formar constelações de significados, do mesmo jeito que as estrelas no céu compõem as figuras clássicas da astronomia antiga. Pelo menos é isso que o narrador se esforça para ver ali, em sua ânsia por ordem e significado em meio a um mundo louco que lhe parece perigosamente à deriva.

Quem cometeu o crime mais esquisito da história da literatura detetivesca, presente logo nas primeiras páginas de Cosmos, a última história de Witold Gombrowicz? Terá sido um dos membros daquela família extravagante que acolhe o narrador na pensão de província durante suas férias? O pater familias, com seus hilariantes acessos histéricos à mesa? A mãe gordinha e repressora? A bela e silente Lena, filha do casal, tresandando uma sufocada sensualidade? A empregada de lábios reptilianos? Fuks, o repelente escudeiro do narrador? As pistas para a resolução do enigma ao mesmo tempo macabro e burlesco talvez estejam naquelas manchas e riscos no teto da sala de jantar e do quarto que parecem formar constelações de significados, do mesmo jeito que as estrelas no céu compõem as figuras clássicas da astronomia antiga. Pelo menos é isso que o narrador se esforça para ver ali, em sua ânsia por ordem e significado em meio a um mundo louco que lhe parece perigosamente à deriva. O culpado pode ser qualquer um, ou nenhum, dos excêntricos personagens que se movem em meio à neblina onírica de Cosmos. Talvez o dedo detetivesco do narrador aponte para si mesmo. Ou, hipótese ainda mais eletrizante, para o próprio leitor. Quem se aventura? "Um dos livros mais profundos dos tempos modernos." - John Updike

Sinopse

Quem cometeu o crime mais esquisito da história da literatura detetivesca, presente logo nas primeiras páginas de Cosmos, a última história de Witold Gombrowicz? Terá sido um dos membros daquela família extravagante que acolhe o narrador na pensão de província durante suas férias? O pater familias, com seus hilariantes acessos histéricos à mesa? A mãe gordinha e repressora? A bela e silente Lena, filha do casal, tresandando uma sufocada sensualidade? A empregada de lábios reptilianos? Fuks, o repelente escudeiro do narrador? As pistas para a resolução do enigma ao mesmo tempo macabro e burlesco talvez estejam naquelas manchas e riscos no teto da sala de jantar e do quarto que parecem formar constelações de significados, do mesmo jeito que as estrelas no céu compõem as figuras clássicas da astronomia antiga. Pelo menos é isso que o narrador se esforça para ver ali, em sua ânsia por ordem e significado em meio a um mundo louco que lhe parece perigosamente à deriva. O culpado pode ser qualquer um, ou nenhum, dos excêntricos personagens que se movem em meio à neblina onírica de Cosmos. Talvez o dedo detetivesco do narrador aponte para si mesmo. Ou, hipótese ainda mais eletrizante, para o próprio leitor. Quem se aventura? "Um dos livros mais profundos dos tempos modernos." - John Updike

Ficha técnica

Título Original
Kosmos
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
21/08/2007
ISBN
978-85-359-1079-7
Acabamento
Livro brochura
Páginas
192
Formato
21x14 cm
Peso
248 g
Tradução
Tomasz Barcinski e Carlos Alexandre Sá