Novo SiteNovo SitePara sua próxima compra, será necessário fazer um novo cadastro.Para sua próxima compra, será necessário fazer um novo cadastro.
Cia das Letras

SEDA

Tradução: Léo Schlafman

É no caráter híbrido, irredutível a classificações imediatas, que reside a riqueza de Seda. A história se desenvolve sobre a trajetória de Hervé Joncour, numa cidade francesa cuja economia floresce, em meados do século XIX, com o incipiente negócio da seda.

É no caráter híbrido, irredutível a classificações imediatas, que reside a riqueza de Seda. A história se desenvolve sobre a trajetória de Hervé Joncour, numa cidade francesa cuja economia floresce, em meados do século XIX, com o incipiente negócio da seda. Nas viagens que faz ao Japão para comprar o produto, descortina-se para ele um mundo a um tempo arcaico e novo, no qual a estranheza se mistura ao fascínio e à paixão. Seda é um relato de sensações, de como a realidade objetiva se transmuda na visão, na memória e na linguagem. O texto se desenvolve sobre as imagens possíveis do que é puro mistério para Joncour: o "fim do mundo", definido como "invisível", cores "mais leves que o nada", ideogramas que são como "cinzas de uma voz queimada". É em tal poder evocativo das palavras que o protagonista acaba encontrando, já velho e reconciliado com as lembranças, um sentido para a existência. Nesse tempo pouco definível, entre o passado ainda ardente e a melancolia de um futuro pacífico, ele encontra "um modo exato de estar no mundo". "Na manhã em que escreveu Seda, Baricco imaginou que toda a literatura do mundo desaparecera [...] Como Flaubert, queria escrever 'um livro feito de nada'." - Pietro Citati, La Repubblica

Sinopse

É no caráter híbrido, irredutível a classificações imediatas, que reside a riqueza de Seda. A história se desenvolve sobre a trajetória de Hervé Joncour, numa cidade francesa cuja economia floresce, em meados do século XIX, com o incipiente negócio da seda. Nas viagens que faz ao Japão para comprar o produto, descortina-se para ele um mundo a um tempo arcaico e novo, no qual a estranheza se mistura ao fascínio e à paixão. Seda é um relato de sensações, de como a realidade objetiva se transmuda na visão, na memória e na linguagem. O texto se desenvolve sobre as imagens possíveis do que é puro mistério para Joncour: o "fim do mundo", definido como "invisível", cores "mais leves que o nada", ideogramas que são como "cinzas de uma voz queimada". É em tal poder evocativo das palavras que o protagonista acaba encontrando, já velho e reconciliado com as lembranças, um sentido para a existência. Nesse tempo pouco definível, entre o passado ainda ardente e a melancolia de um futuro pacífico, ele encontra "um modo exato de estar no mundo". "Na manhã em que escreveu Seda, Baricco imaginou que toda a literatura do mundo desaparecera [...] Como Flaubert, queria escrever 'um livro feito de nada'." - Pietro Citati, La Repubblica

Ficha técnica

Título Original
Seta
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
11/09/2007
ISBN
978-85-359-1086-5
Acabamento
Livro brochura
Páginas
128
Formato
21x14 cm
Peso
196 g
Tradução
Léo Schlafman