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Cia das Letras

Henderson, o Rei da Chuva

Tradução: José Geraldo Couto

Eugene Henderson é um homem complexo e em crise: riquíssimo, descendente de homens ilustres, criador de porcos, ex-combatente da Segunda Guerra ferido e condecorado. Na meia-idade, depois de dois casamentos e de um punhado de filhos, de incontáveis conflitos com parentes e vizinhos, de dores de dente crônicas, bebedeiras e ameaças de suicídio, ele decide romper com seu passado de erros e empreender uma virada existencial radical.

Eugene Henderson é um homem complexo e em crise: riquíssimo, descendente de homens ilustres, criador de porcos, ex-combatente da Segunda Guerra ferido e condecorado. Na meia-idade, depois de dois casamentos e de um punhado de filhos, de incontáveis conflitos com parentes e vizinhos, de dores de dente crônicas, bebedeiras e ameaças de suicídio, ele decide romper com seu passado de erros e empreender uma virada existencial radical. Parte então para a África, em busca de uma humanidade mais "autêntica" e de um sentido para a vida. Com seu extraordinário domínio da narração em primeira pessoa, Saul Bellow relata pela voz ao mesmo tempo exasperada e cômica do próprio Henderson os encontros e desencontros entre o racionalismo pragmático do personagem e uma África deliciosamente exótica, remota e insondável. Primeiro entre os Arnewi e depois entre os Wariri, povos contrastantes que só têm em comum uma dramática falta de água para a lavoura e o gado, Henderson tenta atabalhoadamente colocar sua energia e seu intelecto a serviço de seus novos amigos, com resultados não menos que desastrosos. Publicado originalmente em 1958, Henderson, o rei da chuva, com seu protagonista inesquecível, é considerado um dos livros mais saborosos de Bellow. Com alguma licença, pode ser visto como uma variação irônica e bem-humorada, mas não menos humana, do confronto entre a civilização ocidental e a África selvagem descrito por Joseph Conrad em O coração das trevas.

Sinopse

Eugene Henderson é um homem complexo e em crise: riquíssimo, descendente de homens ilustres, criador de porcos, ex-combatente da Segunda Guerra ferido e condecorado. Na meia-idade, depois de dois casamentos e de um punhado de filhos, de incontáveis conflitos com parentes e vizinhos, de dores de dente crônicas, bebedeiras e ameaças de suicídio, ele decide romper com seu passado de erros e empreender uma virada existencial radical. Parte então para a África, em busca de uma humanidade mais "autêntica" e de um sentido para a vida. Com seu extraordinário domínio da narração em primeira pessoa, Saul Bellow relata pela voz ao mesmo tempo exasperada e cômica do próprio Henderson os encontros e desencontros entre o racionalismo pragmático do personagem e uma África deliciosamente exótica, remota e insondável. Primeiro entre os Arnewi e depois entre os Wariri, povos contrastantes que só têm em comum uma dramática falta de água para a lavoura e o gado, Henderson tenta atabalhoadamente colocar sua energia e seu intelecto a serviço de seus novos amigos, com resultados não menos que desastrosos. Publicado originalmente em 1958, Henderson, o rei da chuva, com seu protagonista inesquecível, é considerado um dos livros mais saborosos de Bellow. Com alguma licença, pode ser visto como uma variação irônica e bem-humorada, mas não menos humana, do confronto entre a civilização ocidental e a África selvagem descrito por Joseph Conrad em O coração das trevas.

Ficha técnica

Título Original
Henderson, the rain king
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
19/05/2010
ISBN
978-85-359-1657-7
Acabamento
Livro brochura
Páginas
416
Formato
21x14 cm
Peso
500 g
Tradução
José Geraldo Couto