Tradução: Christian Schwartz e Caetano W. Galindo
Enquadrar Lou Reed em alguma categoria artística específica não é tarefa fácil. Em seus mais de quarenta anos de carreira, ele já se mostrou e foi visto das mais diversas formas: o porta-voz da cultura underground de Nova York, o performer imprevisível que simula injetar uma dose de heroína em pleno palco, o glam rocker de cabelos descoloridos e unhas pintadas em busca de sucesso comercial e o irascível criador de experiências sonoras inclassificáveis que se recusa a fazer concessões.
