Em Linguagem de sinais, Luiz Schwarcz percorre os desvãos da lembrança com uma prosa conhecedora dos caminhos que levam dos fatos da realidade à ficção. A invocação de episódios autobiográficos marcantes - como o estranho caso do idoso desmemoriado num avião para Lisboa, deflagrador do livro - expõe a intimidade inerente ao tratamento ficcional da memória.
