Tradução: Joana Angélica d Melo
Se Paris foi mesmo a “capital do século XIX”, como queria Walter Benjamin, Charles Baudelaire seguramente compôs a figura que mais lhe emprestou uma fisionomia moderna. Partindo desse pressuposto, Roberto Calasso dá a ver neste livro um magistral retrato de grupo, em cujo centro está o poeta de As flores do Mal, cercado por uma pequena multidão de artistas, escritores e intelectuais que para ele convergem e dele derivam incessantemente.
