Há cem anos, o cartunista Rube Goldberg desenhava suas primeiras máquinas. Eram engenhocas complexas em que uma corda ligava um abajur que ofuscava um jabuti que batia num flamingo de plástico, acionando uma mola de metal que descia uma escada em caracol, cumprindo um objetivo esdrúxulo como massagear a cabeça, pregar um prego ou fechar a porta.
