Em 1963, Millôr Fernandes era um importante colunista de O Cruzeiro, na época a revista mais lida do Brasil. Ateu desde menino, satirizava em seus textos as passagens bíblicas e os dogmas religiosos, posição que arrebatou milhares de fãs, mas também incomodou os mais fanáticos, como atesta a história em torno da primeira publicação desta versão do Gênesis.
