Ilustração: Zuca Sardan
Em 13 de dezembro de 1968, a decretação do AI-5 pela ditadura militar mergulhou o Brasil numa longa noite de repressão, torturas e assassinatos políticos. Entre os intelectuais de esquerda visados pela “linha dura” do regime estava Roberto Schwarz, então professor de teoria literária na USP e assistente de Antonio Candido.
