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Cia das Letras

Os amantes sem dinheiro e outros poemas

Nome central da poesia lusófona do século XX, vencedor do prêmio Camões, Eugénio de Andrade deixou sua marca com uma poesia apaixonante, feita de luminosidade e transparência.

Nome central da poesia lusófona do século XX, vencedor do prêmio Camões, Eugénio de Andrade deixou sua marca com uma poesia apaixonante, feita de luminosidade e transparência.

Nos poemas de Eugénio de Andrade, cuja produção vai da década de 1940 a 2001, o desejo ocupa espaço central. É como se o erotismo, no sentido mais amplo da palavra, fosse sua maneira de compreender e de se relacionar com o mundo: o sorriso é o convite, a entrega que torna todas as coisas possíveis, e o oposto disso seria o desprezo, a mudez, a falta de interesse. No poema “Quase epitáfio”, ele diz: “Amei o desejo/ com o corpo todo.// Ah, tapai-me depressa./ A terra me basta./ Ou o lodo.”

Esta edição é uma oportunidade para se conhecer uma das vozes mais fascinantes da literatura de língua portuguesa, até então pouco difundida entre os leitores brasileiros. Ao abordar a fragilidade, o desejo homoerótico e o arrebatamento provocado pela paixão, o poeta trata também da solidão e do significado de estar vivo. “Da beleza, da bárbara/ orgulhosa beleza, quem sabe defender-se/ sem medo do coração lhe rebentar?”

Sinopse

Nome central da poesia lusófona do século XX, vencedor do prêmio Camões, Eugénio de Andrade deixou sua marca com uma poesia apaixonante, feita de luminosidade e transparência.

Nos poemas de Eugénio de Andrade, cuja produção vai da década de 1940 a 2001, o desejo ocupa espaço central. É como se o erotismo, no sentido mais amplo da palavra, fosse sua maneira de compreender e de se relacionar com o mundo: o sorriso é o convite, a entrega que torna todas as coisas possíveis, e o oposto disso seria o desprezo, a mudez, a falta de interesse. No poema “Quase epitáfio”, ele diz: “Amei o desejo/ com o corpo todo.// Ah, tapai-me depressa./ A terra me basta./ Ou o lodo.”

Esta edição é uma oportunidade para se conhecer uma das vozes mais fascinantes da literatura de língua portuguesa, até então pouco difundida entre os leitores brasileiros. Ao abordar a fragilidade, o desejo homoerótico e o arrebatamento provocado pela paixão, o poeta trata também da solidão e do significado de estar vivo. “Da beleza, da bárbara/ orgulhosa beleza, quem sabe defender-se/ sem medo do coração lhe rebentar?”

Ficha técnica

Selo
Companhia das Letras
Lançamento
24/02/2026
ISBN
978-85-359-4279-8
Acabamento
Livro brochura
Páginas
320
Formato
21x14 cm
Peso
394 g
Capa
Victor Burton