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Cia das Letras

Voem, cisnes selvagens

Minha mãe, a China e eu

Tradução: Denise Bottmann

Nesta sequência de Cisnes selvagens , Jung Chang continua a traçar a história da China moderna sob o prisma das mulheres de sua família: ela própria, que se estabeleceu no Reino Unido no fim dos anos 1970, e a mãe, que permaneceu em sua terra natal e testemunhou os governos de Mao Tsé-tung, Deng Xiaoping e Xi Jinping.

Nesta sequência de Cisnes selvagens, Jung Chang continua a traçar a história da China moderna sob o prisma das mulheres de sua família: ela própria, que se estabeleceu no Reino Unido no fim dos anos 1970, e a mãe, que permaneceu em sua terra natal e testemunhou os governos de Mao Tsé-tung, Deng Xiaoping e Xi Jinping.

Publicado em 1991, Cisnes selvagens marcou uma geração de leitores e se tornou um fenômeno editorial ao reconstituir a vida de três mulheres — Jung Chang, sua mãe e sua avó — na China do século XX. Em Voem, cisnes selvagens, a autora atualiza sua saga familiar e a de seu país de origem, mostrando como construiu sua carreira literária no Reino Unido e a transformação da China em segunda maior economia global.

Apesar da distância, Chang sempre continuou ligada ao seu passado, em especial porque sua mãe permaneceu em Chengdu. Marcada por afeto e admiração, mas também pelo medo da perseguição política, a relação entre as duas é o principal fio condutor deste volume e ilustra como os grandes acontecimentos históricos afetam a vida de cidadãos comuns.

Ao combinar o pessoal e o político, Chang oferece um panorama ímpar de um país chave para o século XXI — e um testemunho sobre o poder dos laços familiares que sobrevivem mesmo às maiores adversidades.

“Nesta impactante autobiografia, Chang estabelece um paralelo entre as turbulências políticas da China e o relacionamento entre mãe e filha.”  — Publishers Weekly

“A continuação de Cisnes selvagens é um triunfo.” — The Times

Sinopse

Nesta sequência de Cisnes selvagens, Jung Chang continua a traçar a história da China moderna sob o prisma das mulheres de sua família: ela própria, que se estabeleceu no Reino Unido no fim dos anos 1970, e a mãe, que permaneceu em sua terra natal e testemunhou os governos de Mao Tsé-tung, Deng Xiaoping e Xi Jinping.

Publicado em 1991, Cisnes selvagens marcou uma geração de leitores e se tornou um fenômeno editorial ao reconstituir a vida de três mulheres — Jung Chang, sua mãe e sua avó — na China do século XX. Em Voem, cisnes selvagens, a autora atualiza sua saga familiar e a de seu país de origem, mostrando como construiu sua carreira literária no Reino Unido e a transformação da China em segunda maior economia global.

Apesar da distância, Chang sempre continuou ligada ao seu passado, em especial porque sua mãe permaneceu em Chengdu. Marcada por afeto e admiração, mas também pelo medo da perseguição política, a relação entre as duas é o principal fio condutor deste volume e ilustra como os grandes acontecimentos históricos afetam a vida de cidadãos comuns.

Ao combinar o pessoal e o político, Chang oferece um panorama ímpar de um país chave para o século XXI — e um testemunho sobre o poder dos laços familiares que sobrevivem mesmo às maiores adversidades.

“Nesta impactante autobiografia, Chang estabelece um paralelo entre as turbulências políticas da China e o relacionamento entre mãe e filha.”  — Publishers Weekly

“A continuação de Cisnes selvagens é um triunfo.” — The Times

Ficha técnica

Título Original
Fly, wild swans: My mother, myself and China
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
31/03/2026
ISBN
978-85-359-4316-0
Acabamento
Livro brochura
Páginas
280
Formato
23x16 cm
Peso
421 g
Tradução
Denise Bottmann
Capa
Mariana Metidieri