Atualmente, nos governos, no setor privado e, sobretudo, no ramo de proteção,impera uma noção onipresente de segurança - contra ameaças terroristas, contra a ação de hackers, mas também contra os outros, os desconhecidos. Já que o risco nos espreita nos mais inesperados recantos da vida cotidiana, acatamos as medidas de segurança para o nosso próprio bem - e assim nos tornamos "servos voluntários" de uma vigilância que não se mostra, invisível, mas que nos vê.
