A vida de Lampião (1897-1938) não se resume a seu extenso prontuário de crimes violentos. O maior cangaceiro de todos os tempos viveu entre cantigas e massacres, riquezas e provações, poder e paixão, e a despeito de sua crueldade tornou-se uma espécie de mártir dos oprimidos, além de uma das figuras capitais do imaginário popular brasileiro.
