Tradução: Rosa Freire Aguiar
Michel Durand, psicanalista lacaniano bem-sucedido, amante de antigüidades e da boa vida, sabia que a tarefa do analista era escutar de maneira neutra seus pacientes. Sabia também que Freud tinha razão ao dizer que um crime verdadeiro não é assunto para o divã, mas para o policial e o juiz.
