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Cia das Letras

Espírito e a letra, vol. II

"O que diferencia um zoilo comum de um crítico justo é essencialmente o poder de distinguir bem." A afirmação de Sérgio Buarque de Holanda aplica-se com perfeição a esta reunião de artigos que eram inéditos em livro e que revelará para as novas gerações um dos maiores críticos literários que o país já teve.

"O que diferencia um zoilo comum de um crítico justo é essencialmente o poder de distinguir bem." A afirmação de Sérgio Buarque de Holanda aplica-se com perfeição a esta reunião de artigos que eram inéditos em livro e que revelará para as novas gerações um dos maiores críticos literários que o país já teve. Como uma antena atenta e criteriosa que acompanha o desenvolvimento das letras no país entre as décadas de 20 e 50, o grande historiador vai da crítica pontual às reflexões estéticas mais amplas, distinguindo a cada momento o surgimento de novos valores, criticando com finura o lado neo-rococó da chamada geração de 45 ou detectando a influência crescente das faculdades de filosofia na construção de uma crítica menos personalista e mais bem fundamentada, da qual é ele mesmo um representante exemplar."Este livro reúne a quase totalidade da produção de Sérgio Buarque de Holanda para jornais e revistas no campo da crítica literária, entre 1920, quando publicou o primeiro escrito, aos dezoito anos, e 1959, quando encerrou as atividades literárias para dedicar-se exclusivamente a sua especialidade de historiador.(...) O leitor verá que esta coletânea confirma a eminência de Sérgio Buarque de Holanda como crítico literário, um dos maiores que o Brasil já teve, talvez o que combinou de maneira mais completa e harmoniosa a imensa cultura geral e a erudição específica, assim como combinava percepção analítica e beleza da escrita."Antonio CandidoPrêmio Jabuti 1997 de Melhor Ensaio e Biografia

Sinopse

"O que diferencia um zoilo comum de um crítico justo é essencialmente o poder de distinguir bem." A afirmação de Sérgio Buarque de Holanda aplica-se com perfeição a esta reunião de artigos que eram inéditos em livro e que revelará para as novas gerações um dos maiores críticos literários que o país já teve. Como uma antena atenta e criteriosa que acompanha o desenvolvimento das letras no país entre as décadas de 20 e 50, o grande historiador vai da crítica pontual às reflexões estéticas mais amplas, distinguindo a cada momento o surgimento de novos valores, criticando com finura o lado neo-rococó da chamada geração de 45 ou detectando a influência crescente das faculdades de filosofia na construção de uma crítica menos personalista e mais bem fundamentada, da qual é ele mesmo um representante exemplar."Este livro reúne a quase totalidade da produção de Sérgio Buarque de Holanda para jornais e revistas no campo da crítica literária, entre 1920, quando publicou o primeiro escrito, aos dezoito anos, e 1959, quando encerrou as atividades literárias para dedicar-se exclusivamente a sua especialidade de historiador.(...) O leitor verá que esta coletânea confirma a eminência de Sérgio Buarque de Holanda como crítico literário, um dos maiores que o Brasil já teve, talvez o que combinou de maneira mais completa e harmoniosa a imensa cultura geral e a erudição específica, assim como combinava percepção analítica e beleza da escrita."Antonio CandidoPrêmio Jabuti 1997 de Melhor Ensaio e Biografia

Ficha técnica

Título Original
O espírito e a letra - volume 2
Selo
Companhia das Letras
Lançamento
21/11/1996
ISBN
978-85-7164-604-9
Acabamento
Livro brochura
Páginas
688
Formato
21x14 cm
Peso
781 g