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Cia das Letras

Café-com-leite e feijão-com-arroz

Ilustração: Andrés Sandoval

"Nunca fui craque em futebol", confessa o autor na primeira frase deste livro. No pontapé inicial já dá para perceber que ele joga limpo e admite: nas peladas que batia com os amigos e os irmãos, em Santos, no litoral paulista, volta e meia pisava na bola e fatalmente era chamado de "café-com-leite".

"Nunca fui craque em futebol", confessa o autor na primeira frase deste livro. No pontapé inicial já dá para perceber que ele joga limpo e admite: nas peladas que batia com os amigos e os irmãos, em Santos, no litoral paulista, volta e meia pisava na bola e fatalmente era chamado de "café-com-leite". Alberto Martins acabou virando outro tipo de craque: artista plástico, poeta e escritor de mão cheia, escreveu dois livros infantis sobre arte brasileira, A floresta e o estrangeiro, sobre Lasar Segall (Companhia das Letrinhas, 2000) e Goeldi: história de horizonte (Paulinas, 1995), que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura Infantil. Embora fosse meio perna-de-pau, ele sempre foi apaixonado por futebol e pelo mundo que rodeava o campinho onde jogava o seu "feijão-com-arroz" - e não fazia feio. Jogar futebol feijão-com-arroz consistia em azucrinar bastante o adversário, passar a bola para o companheiro mais próximo e, se as coisas encrespassem, conduzir a jogada para umas bananeiras que havia ali perto. "Café-com-leite & feijão-com-arroz", a primeira parte do livro, traz as lembranças de Alberto em casos cômicos, dramáticos, emocionantes, com todas as paixões (às vezes furiosas) que só nascem dentro de campo. A segunda parte traz histórias de amigos de Alberto e de três craques de verdade: Gilmar, Pepe e Zito, em partidas históricas há mais de cinqüenta anos. Como ninguém joga bola sozinho, o ilustrador Andrés Sandoval entrou em campo e fez uma tabelinha impecável com Alberto, em ilustrações repletas de ginga e futebol-arte.

Sinopse

"Nunca fui craque em futebol", confessa o autor na primeira frase deste livro. No pontapé inicial já dá para perceber que ele joga limpo e admite: nas peladas que batia com os amigos e os irmãos, em Santos, no litoral paulista, volta e meia pisava na bola e fatalmente era chamado de "café-com-leite". Alberto Martins acabou virando outro tipo de craque: artista plástico, poeta e escritor de mão cheia, escreveu dois livros infantis sobre arte brasileira, A floresta e o estrangeiro, sobre Lasar Segall (Companhia das Letrinhas, 2000) e Goeldi: história de horizonte (Paulinas, 1995), que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura Infantil. Embora fosse meio perna-de-pau, ele sempre foi apaixonado por futebol e pelo mundo que rodeava o campinho onde jogava o seu "feijão-com-arroz" - e não fazia feio. Jogar futebol feijão-com-arroz consistia em azucrinar bastante o adversário, passar a bola para o companheiro mais próximo e, se as coisas encrespassem, conduzir a jogada para umas bananeiras que havia ali perto. "Café-com-leite & feijão-com-arroz", a primeira parte do livro, traz as lembranças de Alberto em casos cômicos, dramáticos, emocionantes, com todas as paixões (às vezes furiosas) que só nascem dentro de campo. A segunda parte traz histórias de amigos de Alberto e de três craques de verdade: Gilmar, Pepe e Zito, em partidas históricas há mais de cinqüenta anos. Como ninguém joga bola sozinho, o ilustrador Andrés Sandoval entrou em campo e fez uma tabelinha impecável com Alberto, em ilustrações repletas de ginga e futebol-arte.

Ficha técnica

Título Original
Café-com-leite e feijão-com-arroz
Selo
Companhia das Letrinhas
Lançamento
20/09/2004
ISBN
978-85-7406-225-9
Acabamento
Livro brochura
Páginas
104
Formato
20x13 cm
Peso
137 g
Ilustração
Andrés Sandoval