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Coleção Amores Expressos
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Nascido em 1960 no Rio de Janeiro, é escritor e jornalista. Foi editor do suplemento de ensaios Folhetim e correspondente, em Paris e em Nova York, da Folha de S.Paulo.
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Nasceu na França em 1978, mas sempre viveu em São Paulo. Formado em letras pela USP, foi um dos editores da revista Ácaro e tem textos publicados em diversos jornais e revistas. Longe de Ramiro (Editora 34, 2007), seu primeiro romance, foi finalista do prêmio Jabuti. Também trabalha como roteirista. Leia + |
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Primeiro lançamento da coleção Amores Expressos, Cordilheira fala de uma escritora brasileira que muda sua vida ao conhecer um misterioso fã numa viagem à Argentina. Uma trama sobre perdas e sonhos, mas também uma reflexão sobre os limites nem sempre definidos entre realidade e ilusão.
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Nasceu em 1979, em São Paulo. Filho de gaúchos, passou a maior parte da vida em Porto Alegre. Escritor e tradutor de literatura contemporânea de língua inglesa, foi um dos criadores da editora Livros do Mal, por onde lançou seu livro de estreia, Dentes guardados (2001), e a primeira edição de Até o dia em que o cão morreu (2003), adaptado para o cinema por Beto Brant e Renato Ciasca como Cão sem dono (2007). Seu romance Mãos de Cavalo (2006) foi incluído na lista de leituras do vestibular da UFG por três anos consecutivos. Cordilheira (2008) recebeu o prêmio Machado de Assis de Romance, da Fundação Biblioteca Nacional, e foi terceiro lugar na categoria Romance do prêmio Jabuti. É autor também do álbum em quadrinhos Cachalote (2010), com o desenhista Rafael Coutinho. Seus livros e contos foram adaptados para cinema, teatro e histórias em quadrinhos. No exterior, os direitos de sua obra foram vendidos para países como Inglaterra, Estados Unidos, França, Itália, Argentina, Portugal, Romênia e Holanda.
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Wilson e William são gêmeos mas não poderiam ser mais diferentes. Um é violento e taciturno, o outro é feminino e inteligente. Uma trama exótica e imprevisível, que nos leva da São Paulo da década de 1980 até os cabarés clandestinos de um Egito contemporâneo e decadente.
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Neste terceiro volume da coleção Amores Expressos, Luiz Ruffato revela sua mão segura e inventiva ao narrar a história de Serginho, mineiro desiludido com o casamento e a falta de emprego que decide se aventurar em Portugal, em busca de redenção financeira e, quiçá, amorosa.
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Segundo volume da coleção Amores Expressos, O filho da mãe entrelaça as histórias de um punhado de mulheres que buscam livrar seus filhos da guerra, da solidão e do crime. Do autor de Mongólia e Nove noites.
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Nasceu no Rio de Janeiro, em 1978. Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, e é autor dos romances Corpo presente (Planeta, 2003) e O dia Mastroianni (Agir, 2007). João Paulo Cuenca tem um site oficial: www.jpcuenca.com Leia + |
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Nasceu em Cuiabá, em 1968, e vive em São Paulo. Poeta, prosador e designer gráfico, foi editor da Ciência do Acidente, pela qual publicou o romance Não há nada lá e o livro de poemas Animal anônimo. É autor também dos volumes de contos Hotel Hell, Curva de rio sujo e Sonho interrompido por guilhotina. Dele, a Companhia das Letras publicou Do fundo do poço se vê a lua, vencedor do prêmio Machado de Assis na categoria melhor romance.
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Os sete contos que compõem o sexto volume da coleção Amores Expressos
narram a viagem improvável de Antônio Fernandes à capital tcheca. A ponte Carlos é o eixo geográfico de aventuras que insistem na ideia de que transcendência, arte e sexo convergem em morte.
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Nasceu em Cataguases, Minas Gerais, em 1961. Formado em comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, publicou vários livros, entre os quais a série Inferno provisório e o aclamado Eles eram muitos cavalos, que recebeu o prêmio APCA e o Machado de Assis, da Biblioteca Nacional. Leia + |
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Um jovem dentista brasileiro viaja a Havana, onde sua namorada pretende filmar um documentário. O desaparecimento repentino da garota atira o protagonista numa espiral obsessiva que encontra eco nas idiossincrasias da vida cubana.
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Nasceu no Rio de Janeiro, em 1941. Iniciou sua carreira de escritor em 1969, com os contos de O sobrevivente, livro que o levou a participar do International Writing Program da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos. Teve obras traduzidas para o alemão e o italiano e adaptadas para o cinema.. Recebeu quatro vezes o prêmio Jabuti, a mais recente pelos contos de O voo da madrugada (2003), que recebeu também o prêmio APCA e o segundo lugar no prêmio Portugal Telecom de literatura. Leia + |
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Destaque da nova geração de escritores brasileiros, J. P. Cuenca narra a tórrida e acidentada relação de um jovem executivo de Tóquio com uma garçonete do Leste Europeu. O casal é ameaçado pelo perverso pai do rapaz, um velho poeta que vive com uma boneca erótica e mantém uma rede de voyeurismo.
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