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Companhia das Letras
LISBOA: O QUE O TURISTA DEVE VER
Fernando Pessoa


#LISBOA:OQUEOTURISTADEVEVER
Escrito originalmente em inglês, por volta de 1925, Lisboa: o que o turista deve ver percorre, dentro de uma rigorosa perspectiva histórica, todo o patrimônio da cidade que Pessoa chamava de seu "lar".
Apresentação
O conteúdo do baú de Fernando Pessoa parece infinito, e de tempos em tempos a bibliografia pessoana se enriquece com mais um achado, como acontece com este guia turístico escrito propositadamente em inglês em torno de 1925. Lisboa: o que o turista deve ver, em edição bilíngüe com prefácio e tradução de Teresa Rita Lopes, levará o leitor, turista ou não, pelos marcos arquitetônicos, artísticos, folclóricos ou de puro lazer da chamada "cidade branca".
Pessoa, um dos maiores poetas da língua portuguesa, pretendia com este guia, inédito até 2006, inaugurar uma série de publicações visando dignificar Portugal, "descategorizado", segundo ele, frente ao continente europeu. Com mais de oitocentos anos de história, e em grande parte intacta desde os dias de Pessoa, Lisboa se deixa aqui revisitar pelos olhos do poeta que em tantos e importantes heterônimos se desdobrou.
Sentaremos nas mesas dos cafés "A Brasileira", "Montanha" ou "Martinho da Arcada", que ele freqüentava, subiremos às amieiras do Castelo de São Jorge, construído pelos mouros e marco da fundação do estado português, palmilharemos o Terreiro do Paço, o Cais do Sodré e todos os mil cantos e recantos, ensolarados ou sombrios, de uma cidade quase totalmente reconstruída pelo Marquês de Pombal depois do terremoto de 1755, que pôs abaixo boa parte da antiga Lisboa medieval.
Ficha Técnica
Título original: LISBOA: O QUE O TURISTA DEVE VER
Tradução: Maria Aurélia Santos Gomes
Capa: João Baptista da Costa Aguiar
Páginas: 192
Formato: 14.00 x 21.00 cm
Peso: 0.247 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 02/05/2008
ISBN: 9788535912142
Selo: Companhia das Letras
Série
AFORISMOS E AFINS
Fernando Pessoa
Além de poeta - ou, em alguma medida, como todo grande poeta -, Fernando Pessoa foi também um exímio frasista. Aforismos e afins traz à tona essa vertente de Pessoa. Leia +
CORRESPONDÊNCIA 1905-1922
Fernando Pessoa
Cartas literárias, comerciais, militantes, poéticas, filosóficas, políticas: a correspondência de Fernando Pessoa dá um sentido a mais à multiplicidade característica do poeta. Leia +
FICÇÕES DO INTERLÚDIO
Fernando Pessoa
Espécie de antologia composta de poemas que Pessoa publicou em jornais e revistas e que pretendia reunir em livro. Além de Pessoa, estão aqui os heterônimos Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis. Leia +
FOTOBIOGRAFIA DE FERNANDO PESSOA
Richard Zenith
Pesquisa minuciosa e colossal, esta fotobiografia narra a curta, produtiva e surpreendente vida de Fernando Pessoa, restituindo em texto e imagem a dimensão humana do poeta português que inventou cerca de setenta personas literárias. Leia +
A LÍNGUA PORTUGUESA
Fernando Pessoa
A discussão da oralidade e da escrita, da ortografia, das línguas artificiais, do futuro das línguas existentes e, sobretudo, do português, empreendida pelo poeta que escreveu: "Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma". Leia +
LISBOA: O QUE O TURISTA DEVE VER
Fernando Pessoa
Escrito originalmente em inglês, por volta de 1925, Lisboa: o que o turista deve ver percorre, dentro de uma rigorosa perspectiva histórica, todo o patrimônio da cidade que Pessoa chamava de seu "lar". Leia +
LIVRO DO DESASSOSSEGO - Composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa
Fernando Pessoa
De publicação póstuma, este é o texto de Fernando Pessoa que mais se presta ao debate acerca da correta apresentação dos trechos que o compõem. Em nova edição, as últimas descobertas e convenções sobre a gênese desta peculiar obra estão incorporadas e minuciosamente comentadas. Leia +
LIVRO DO DESASSOSSEGO (EDIÇÃO DE BOLSO) - Composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa
Fernando Pessoa
Elucidação de estados psíquicos e devaneios sobre paixão, moral e conhecimento, entre outros temas, absorvem o narrador Bernardo Soares nestas centenas de fragmentos. Seu tom é o de uma intimidade que nunca encontrará repouso. Leia +
MENSAGEM
Fernando Pessoa
Nessa pequena epopéia o eu lírico é na verdade a nação ou a alma portuguesa. São poemas "em que se resume a história passada, e a promessa da história futura, de Portugal", como escreveu Pessoa. Leia +
POESIA (1931-1935 E NÃO DATADA)
Fernando Pessoa
Terceiro e último volume da série consagrada à publicação da obra poética ortônima (Pessoa ele-mesmo) reúne 123 poemas inéditos. Leia +
POESIA - ALBERTO CAEIRO
Fernando Pessoa
De todos os heterônimos criados por Fernando Pessoa, Alberto Caeiro talvez seja o que corresponda a um esforço de arquitetura mais bem-sucedido. Reunida neste livro, sua poesia divide-se em três partes: O guardador de rebanhos, O pastor amoroso e Poemas inconjuntos. Leia +
POESIA - ÁLVARO DE CAMPOS
Fernando Pessoa
O autor de "Tabacaria" e "Opiário" foi o heterônimo de Fernando Pessoa que cantou o fascínio pela velocidade e encarnou a crise existencial do homem moderno. Poesia reúne sua produção completa e foi organizado segundo as indicações do próprio Pessoa, que previu um livro só com os poemas de Campos. Leia +
POESIA - RICARDO REIS
Fernando Pessoa
Este livro traz os poemas de Ricardo Reis, o mais clássico dos heterônimos de Fernando Pessoa. Refletindo um espírito rigoroso, defensor do autodomínio e da ausência de desejos como receita de sabedoria, as odes de Reis buscam recuperar a influência das civilizações grega e romana na poesia do século XX. Leia +
POESIA 1902-1917
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa, mais que um poeta, foi vários. Para muitos leitores, ele é mais conhecido como o criador de múltiplos "heterônimos". Mas a recente revelação de centenas de inéditos vem ressaltar a importância da obra poética que ele assinou com seu próprio nome. Leia +
POESIA 1918-1930
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa marcou a poesia do século XX sobretudo por ter se desdobrado em vários. Mas, enquanto escrevia as obras poéticas de seus outros "eus", o autor tão multifacetado não deixava de modelar a própria faceta. A reunião dos poemas que Fernando Pessoa assinou com o próprio nome traz à tona um monumento poético. Leia +
POESIA COMPLETA DE ALBERTO CAEIRO (EDIÇÃO DE BOLSO)
Fernando Pessoa
De todos os heterônimos criados por Fernando Pessoa, Alberto Caeiro talvez seja o que corresponda a um esforço de arquitetura mais bem-sucedido. Reunida neste livro, sua poesia divide-se em três partes: O guardador de rebanhos, O pastor amoroso e Poemas inconjuntos. Leia +
POESIA COMPLETA DE ÁLVARO DE CAMPOS (EDIÇÃO DE BOLSO)
Fernando Pessoa
O autor de "Tabacaria" e "Opiário" foi o heterônimo de Fernando Pessoa que cantou o fascínio pela velocidade e encarnou a crise existencial do homem moderno. Poesia reúne sua produção completa e foi organizado segundo as indicações do próprio Pessoa, que previu um livro só com os poemas de Campos. Leia +
POESIA COMPLETA DE RICARDO REIS (EDIÇÃO DE BOLSO)
Fernando Pessoa
Este livro traz os poemas de Ricardo Reis, o mais clássico dos heterônimos de Fernando Pessoa. Refletindo um espírito rigoroso, defensor do autodomínio e da ausência de desejos como receita de sabedoria, as odes de Reis buscam recuperar a influência das civilizações grega e romana na poesia do século XX. Leia +
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