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O RETRATO DE DORIAN GRAY
Oscar Wilde

Tradução: Paulo Schiller


#ORETRATODEDORIANGRAY
Apresentação
Em 1891, quando foi publicado em sua versão final, O retrato de Dorian Gray foi recebido com escândalo, e provocou um intenso debate sobre o papel da arte em relação à moralidade. Alguns anos mais tarde, o livro foi inclusive usado contra o próprio autor em processos judiciais, como evidência de que ele possuía “uma certa tendência” - no caso, a homossexualidade, motivo pelo qual acabou condenado a dois anos de prisão por atentado ao pudor.
Mais de cem anos depois, porém, o único romance de Oscar Wilde continua sendo lido e debatido no mundo inteiro, e por questões que vão muito além do moralismo do fim do período vitoriano na Inglaterra, definida por um dos personagens do livro como “a terra natal da hipocrisia”. Seu tema central - um personagem que leva uma vida dupla, mantendo uma aparência de virtude enquanto se entrega ao hedonismo mais extremado - tem apelo atemporal e universal, e sua trama se vale de alguns dos traços que notabilizaram a melhor literatura de sua época, como a presença de elementos fantásticos e de grandes reflexões filosóficas, além do senso de humor sagaz e do sarcasmo implacável característicos de Wilde.
Ficha Técnica
Título original: THE PICTURE OF DORIAN GRAY
Tradução: Paulo Schiller
Capa: Alceu Chiesorin Nunes
Páginas: 264
Formato: 13.00 x 20.00 cm
Peso: 0.257 kg
Acabamento: Brochura
Lançamento: 13/04/2012
ISBN: 9788563560438
Selo: Penguin Companhia
Autor
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