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Autor|Organizador|Notas / Isabel Lustosa
ISABEL LUSTOSA
Nasceu em Sobral, no Ceará, em 1955. Doutora em Ciência Política pelo IUPERJ, desde 1985 é pesquisadora da Casa de Rui Barbosa (RJ). Também dirigiu a área de pesquisa do Museu da República (1989/1990) e trabalhou no Patrimônio Histórico (1991/1992). Em 1996, seu livro O Chico e o avô do Chico ganhou o Prêmio Carioquinha da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Obras publicadas por outras editoras:
- Histórias de presidentes - A República no Catete. Rio de Janeiro, Vozes/FCRB, 1989.
- Nássara - O perfeito fazedor de artes. Rio de Janeiro, Relume Dumará/Rio Arte, 1999.
- Brasil pelo método confuso - Humor e Boêmia em Mendes Fradique.
- O Chico e o avô do Chico.


#IsabelLustosa
Títulos
Claro Enigma
Violência e esperteza

Neste novo lançamento da coleção De Olho Em, a historiadora Isabel Lustosa reconstitui a violenta trajetória de Virgulino Ferreira da Silva por meio de uma acurada pesquisa documental e fotográfica, apresentando aspectos pouco conhecidos da vida daquele que foi o maior cangaceiro de todos os tempos. Leia +
Penguin Companhia

Apoiando-se no tema do racismo e da exclusão social, esse romance de estreia de Lima Barreto discorre sobre a incapacidade do país de incorporar os negros na sociedade e traça um panorama histórico e social do começo do século XX. Com introdução de Alfredo Bosi. Leia +
Companhia das Letras
D. PEDRO I (2006)
Um Herói sem nenhum caráter

Isabel Lustosa escreve que d. Pedro I "é o personagem mais fascinante da história do Brasil" - impulsivo, desconfiado e vingativo, traiu amigos fiéis e foi implacável com os inimigos. Transitando entre o grande panorama da história brasileira e européia no século XIX, e o retrato íntimo de Pedro de Bragança e Bourbon, ela prova o seu ponto com verve e conhecimento de causa. Leia +
Companhia das Letras

Versão sarcástica da história nacional, de autoria de um humorista do início do século XX. Mendes Fradique promove a mais estapafúrdia mistura de épocas, fatos e personagens, num retrato ao mesmo tempo bem-humorado e crítico da República Velha, que parodia a estrutura dos livros didáticos. O volume traz caricaturas e charges feitas pelo autor. Leia +
Companhia das Letras
A guerra dos jornalistas na Independência (1821-1823)

Proibida durante o período colonial, a imprensa brasileira só passou a existir a partir de 1808, com a chegada de d. João VI, e entre 1821 e 1823 transformou-se na arena em que se discutiu o futuro do país. Este livro mostra uma outra visão da Independência, explicando como nobres, anônimos e poderosos usaram as páginas de jornais, muitas vezes de forma não civilizada, para debater suas idéias e interesses. Leia +
Companhia das Letrinhas

O tema da escravidão no Brasil é transformado em assunto de conversa com as crianças. A historiadora Isabel Lustosa complementa a narrativa com um rico material ilustrativo da época. Coleção Memória e História. Leia +


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