Pseudônimo de Edmundo Donato, escritor e literário paulistano nascido em 1925 e falecido em 1999 que deixou cerca de quarenta livros, entre romances (como Memórias de um gigolô, Ópera de sabão e Malditos paulistas) contos (O enterro da cafetina), ficção infanto-juvenil e obras paradidáticas. Trabalhou no rádio e escreveu telenovelas, roteiros de cinema e crônicas, que publicava sobretudo na revista Veja São Paulo, para a qual escreveu quinzenalmente durante os últimos sete anos de sua vida.