GLICÉLIA TUPINAMBÁ, também conhecida como Célia Tupinambá, é da aldeia Serra do Padeiro, na Terra Indígena Tupinambá de Olivença (BA). Líder indígena, pesquisadora, professora e artista visual e audiovisual, articula pesquisa, arte e ativismo político na luta pelo território e pelos direitos de seu povo. Foi a primeira artista indígena a representar o Brasil na Bienal de Veneza, em 2024, com a exposição "Ka'a Pûera: Nós somos pássaros que andam". É mestre em antropologia social pela UFRJ. Premiada com a Bolsa de Fotografia Zum/IMS em 2022.