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/ À vistaCom atmosfera que evoca A descoberta das bruxas, de Deborah Harkness, e a intensidade de A casa do mar cerúleo, de T. J. Klune, Nunca as rosas é uma história em que até a magia mais devastadora pode ser usada para criar, e não para destruir. Uma fantasia arrebatadora sobre culpa e poder, solidão e amor.
Oneira, uma das feiticeiras mais temidas de seu tempo, abandonou as guerras da realeza e ergueu para si um refúgio -- uma fortaleza branca e gélida, feita de silêncio e arrependimento. Decidida a viver o resto de seus dias em paz, ela promete nunca mais usar magia a serviço de alguém.
Mas manter o isolamento não é tão simples. Quando o tédio se instala, ela decide fazer algo impensável: atravessar o mundo dos sonhos e invadir a biblioteca de seu inimigo mortal, Stearanos, o único feiticeiro à altura de seu poder. O roubo de um só livro desencadeia uma troca de cartas mordazes e uma curiosidade que nenhum dos dois é capaz de evitar.
Cercada de estranhos companheiros -- um lobo lendário, a gata Moriá e o falcão de uma deusa antiga --, Oneira forma uma conexão improvável com Stearanos: dois feiticeiros marcados pela guerra, pela culpa e por escolhas irreversíveis.
Nunca as rosas é uma fantasia sobre solidão e poder, sobre o peso das escolhas e o que resta quando até a magia se torna uma forma de perdão.