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VARENNES - A morte da realeza: 21 de junho de 1791
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Em meio aos episódios tumultuosos e sangrentos que compõem a saga da Revolução Francesa, um deles se destaca pela ausência quase total de violência e aparente inocuidade: a fuga do rei Luís XVI, na noite de 20 de junho de 1791, abortada 36 horas depois no vilarejo de Varennes. Com a pressão popular de 1789, o monarca fora obrigado a deixar a distante Versalhes e instalar-se no palácio das Tulherias, no centro de Paris, bem como tivera de engolir artigos da nova Constituição que limitavam muito seus poderes. Insatisfeito e considerando-se prisioneiro num palácio úmido e frio, ele se passa ridiculamente por burguês e, acompanhado de toda a família, tenta escapar para Montmédy, na fronteira leste do país, onde estão forças monarquistas leais. Acontece que no meio do caminho ele é reconhecido e mandado de volta para a capital. A própria Assembleia tenta abafar o alcance do evento, fingindo acreditar num "rapto" do rei, preocupada que está em institucionalizar a Revolução e retomar a vida "normal" do país. Mas a verdade é que essa "viagem" representa uma fratura na história francesa e terá consequências indeléveis: ela destrói a imagem de um Luís XVI paternal, provoca o divórcio entre o rei e a nação, lança sobre o monarca a suspeita de traição ao povo, abre espaço para a ideia republicana até então pouco divulgada e renova a turbulência revolucionária que desembocará no Terror, do qual Luís XVI será uma das primeiras vítimas.
Em Varennes - A morte da realeza, a eminente historiadora Mona Ozouf reconstitui essa história que deu origem a muitas obras de ficção e ao extraordinário filme de Ettore Scola, Casanova e a Revolução, com o estilo saboroso de uma contadora de histórias e a argúcia de uma pesquisadora que evita as simplificações e sai em busca dos detalhes significativos que compõem um quadro complexo de um momento decisivo da Revolução Francesa e, por conseguinte, da história da humanidade.

"Impecável na narração, magistral na arte do retrato, sugestiva e sempre sutil na sua reflexão política [...], Mona Ozouf nos dá um grande livro." - Le Monde

"Mona Ozouf inscreve seu nome junto ao dos historiadores e escritores que sempre cultivaram o duplo prazer de escrever História e nos contar histórias." - L'Express
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Páginas
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Formato
16.00 x 23.00 cm
Peso
0.56000 kg
Acabamento
Brochura
Lançamento
27/05/2009
ISBN
9788535914443
Selo
Companhia das Letras
Mona Ozouf
Nasceu em 1931, em Plouha, na França. Historiadora formada em filosofia, é diretora de pesquisas no Centro Nacional...
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