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Autor|Organizador / João José Reis
JOÃO JOSÉ REIS
JOÃO JOSÉ REIS é historiador e professor da UFBA. Dele, a Companhia das Letras publicou, entre outros, A morte é uma festa (1991), pelo qual recebeu os prêmios Jabuti (categoria ensaio) e Haring (melhor obra historiográfica latino-americana), Rebelião escrava no Brasil (2003) e Ganhadores (2019). Em 2017, pelo conjunto de sua obra, o autor ganhou o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras. AVISE-ME SOBRE NOVOS LIVROS DESTE AUTOR


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Catálogo
Companhia das Letras

Catorze ensaios sobre as lutas da resistência escrava no Brasil analisam as maiores insurreições contra o regime escravocrata e investigam suas causas, protagonistas e consequências. Leia +
Companhia das Letras
GANHADORES (2019)
A greve negra de 1857 na Bahia

Um retrato original da Bahia no século XIX, num livro cheio de movimento e vozes, sobretudo da gente negra. Leia +
Companhia das Letras

As aventuras de um ex-escravo africano envolvido no tráfico negreiro são reconstituídas numa narrativa histórica acessível e bem documentada. Mais do que uma biografia convencional, a trajetória de Rufino serve como guia para uma história social do tráfico e da escravidão no mundo atlântico em meados do século XIX. Leia +
Companhia das Letras

Seguindo as pistas encontradas em variada documentação, o livro traça a biografia de um africano liberto que circula na Bahia do século XIX e examina seus múltiplos papéis ao longo da vida: escravo, adivinho, "feiticeiro", chefe de junta de alforria e senhor. Leia +
Companhia das Letras

A história da revolta dos negros muçulmanos que, na Bahia do século XIX, pretendiam abolir a escravidão africana. A imbricação entre religião e identidade étnica é o argumento central do livro, um clássico sobre os estudos da história dos negros no Brasil, publicado originalmente em 1986. Reedição revista e ampliada, com cerca de oitenta imagens de época. Leia +
Companhia das Letras
História dos quilombos no Brasil

Seleção de estudos acadêmicos que, reunidos, compõem um mapa detalhado da resistência à escravidão e da luta pela liberdade nos quilombos brasileiros. Leia +
Companhia das Letras

Em 1836, uma multidão destruiu o cemitério do Campo Santo em Salvador. O episódio foi o ponto de partida do historiador João José Reis para elaborar esta etno-história das atitudes diante da morte e dos mortos no Brasil do século XIX. Leia +
Companhia das Letras

Os autores mostram que, entre a passividade e a agressividade que os historiadores costumam atribuir ao comportamento escravo, havia uma posição intermediária: a da negociação engenhosa para conquistar, em meio às adversidades, um modo de vida próprio. Leia +


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