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Organizador|Tradutor / Rosa Freire d'Aguiar
ROSA FREIRE D'AGUIAR
Nasceu no Rio de Janeiro. Nos anos 70 e 80 foi correspondente em Paris das revistas Manchete e IstoÉ. Retornou ao Brasil em 1986 e no ano seguinte traduziu seu primeiro livro, para a editora Paz e Terra: O conde de Gobineau no Brasil, de Georges Raeders. Em mais de vinte anos de atividade, verteu mais de sessenta títulos nas áreas de literatura e ciências humanas. Além do francês, idioma do qual transpôs para o português, entre outros, Céline, Orsenna, Lévi-Strauss, Debret e Balzac, traduz do espanhol e do italiano, línguas que também aperfeiçoou durante os anos de jornalista na Europa. Sua língua de preferência, no entanto, é mesmo o idioma de Montaigne, autor que ela pretendia traduzir desde os anos 1990, não só pelo conteúdo humanista dos Ensaios mas pelo desafio de traduzir um texto de quatro séculos de modo a conquistar o leitor de hoje. Acredita que o tradutor é um ser "obcecado" e "duvidante" e que uma boa tradução depende, também, da empatia entre tradutor e autor. Entre os prêmios que recebeu estão o da União Latina de Tradução Científica e Técnica (2001) por O universo, os deuses, os homens (Companhia das Letras), de Jean-Pierre Vernant, e o Jabuti (2009) pela tradução de A elegância do ouriço (Companhia das Letras), de Muriel Barbery.


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Companhia das Letras
1949-2004

Com cartas de mais de oitenta interlocutores brasileiros e estrangeiros, esta seleção inédita oferece um panorama iluminador do pensamento de Celso Furtado e dos debates intelectuais que movimentaram a segunda metade do século XX. Inclui posfácio de Luiz Felipe de Alencastro. Leia +
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Esta edição integral é ilustrada por fotos, documentos e outros registros inéditos dos diários do acervo do economista Celso Furtado, autor de Formação econômica do Brasil e um dos grandes intérpretes de nossa história. Leia +
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Este livro é, nas palavras do autor, "uma antologia vagamente enciclopédica da literatura nazista produzida na América entre 1930 e 2010". Com a publicação desta coletânea de escritores fictícios e infames, Roberto Bolaño chamou pela primeira vez a atenção da crítica, que o saudou por sua "originalidade e imaginação brilhante". Leia +


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