José Rubens Siqueira - Grupo Companhia das Letras
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Autor|Tradutor / José Rubens Siqueira
JOSÉ RUBENS SIQUEIRA
É profissional das artes há mais de quarenta anos. Escreveu e dirigiu dezenas de peças teatrais, tendo recebido diversos prêmios. Dirigiu filmes de curta e longa-metragem e participou de festivais de cinema internacionais. Traduziu do inglês, espanhol, francês e italiano cerca de duzentos livros ao longo de 35 anos, para editoras como Companhia das Letras, Objetiva, Record e Cosac Naify. AVISE-ME SOBRE NOVOS LIVROS DESTE AUTOR


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Catálogo
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Na análise dos costumes e da trajetória dos ciganos pelos países da Europa Oriental pós-comunista, a revelação de um mundo comumente conhecido apenas por seus estereótipos. Leia +
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AMOR DE NOVO (1996)

Sarah Durham, de 65 anos, entra em estado de amor - e teme perder a razão. Belíssima reflexão sobre os sentimentos e o envelhecimento: o tempo, a solidão - e a paixão. Romance na linhagem de O carnê dourado. Leia +
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PARAÍSO (1998)

Primeiro romance publicado pela autora depois de receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1993. Paraíso é um corajoso apelo à liberdade em que a elegância do estilo colore os matizes do ódio e da intolerância racial. Leia +
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KA (1999)

Um grande intelectual italiano reconta a mitologia abrindo mão, até certo ponto, do que entendemos por autoria. Implicitamente, seu texto converge para o título: Ka significa "quem?", e é a última pergunta que se faz depois de todas já terem sido feitas. Leia +
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Ao narrar a história de um triângulo amoroso na Índia pós-Independência, Rushdie cria uma versão complexa do mito de Orfeu e Eurídice, em que o homem apaixonado desce aos infernos para resgatar a amada. Leia +
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Numa mescla brilhante de jornalismo político e reflexão filosófica, Arendt acompanha o julgamento do nazista Adolf Eichmann e elabora o conceito de "banalidade do mal", ameaça maior às sociedades democráticas. Leia +
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Neste livro de contos, o premiado escritor mostra por que é considerado um dos mais inventivos e geniais autores da nova prosa americana, comparado a grandes nomes como Thomas Pynchon e William Gaddis. Leia +
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Um relato original sobre dez das maiores conquistas da medicina ao longo dos séculos. Além de contar a história dos homens responsáveis por essas descobertas, os autores descrevem o meio em que elas se deram e analisam seu impacto na humanidade, ligando, assim, o passado e o futuro da medicina. Leia +
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DESONRA (2000)

Sucesso de crítica e de público, Desonra conta a história de David Lurie, professor de literatura que é expulso da universidade após ter um caso com uma aluna. Com um ritmo narrativo que magnetiza o leitor, o romance investiga as relações entre uma cultura humanista e a situação social explosiva da África do Sul pós-apartheid. Leia +
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Elizabeth Costello, uma escritora aterrorizada pela crueldade dos homens em relação aos animais, trava um embate familiar por causa de uma conferência em que discute o tema sob perspectivas filosóficas e antropológicas. O autor apresentou o romance também como uma conferência, na Universidade de Princeton. Leia +
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FÚRIA (2003)

O professor de história Malik Solanka cria a boneca Little Brain, que vira celebridade de TV, traindo as convicções morais e éticas de seu criador. Tomado de fúria, Solanka abandona a família em Londres e tenta recomeçar a vida em Nova York. Ali, cria um novo mundo imaginário. Rushdie faz uma crítica ácida da sociedade americana contemporânea. Leia +
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O sul-africano Michael K, negro e pobre, perde a mãe e passa a viver como um andarilho, num país convulsionado pela guerra civil. Aos poucos, o protagonista se destitui dos elementos que o ligam ao mundo. Esse processo de animalização pode ser o único refúgio numa época marcada pela barbárie. O livro, de 1983, valeu a Coetzee seu primeiro Booker Prize. Leia +
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Isaac Bashevis Singer, Prêmio Nobel de 1978, é autor de uma obra marcada por sua infância na Polônia e por uma rica visão de sua herança religiosa, o que o posiciona entre os grandes autores da ficção judaico-americana, ao lado de Saul Bellow e Philip Roth. O volume inicia a coleção de contos reunidos de escritores de épocas e tradições literárias diversas. Leia +
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Numa aldeia de East Anglia, Inglaterra, o dr. Lorrimat é assassinado dentro de um laboratório especializado - ironicamente - em exames para laudos criminais. Ninguém parece lamentar a morte do perito: os suspeitos e os álibis se multiplicam entre seus colegas de trabalho. Essa é mais uma desafiadora tarefa para o detetive da Scotland Yard Adam Dalgliesh. Leia +
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Com a prosa que o consagrou como um dos principais escritores contemporâneos, Salman Rushdie discorre sobre literatura, imprensa, política, religião, fotografia e cinema em ensaios e artigos que renovam a aposta na integridade e inquietude intelectuais como as melhores respostas contra o fanatismo e a intolerância. Leia +
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A romancista australiana Elizabeth Costello protagoniza oito conferências sobre a literatura, a morte e a relação entre homens e deuses. Com uma escrita reflexiva, que embaralha os limites entre autor e personagem, Coetzee constrói a biografia de uma mulher - mãe, irmã, amante, escritora - num romance situado entre a ficção e o ensaio. Leia +
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Escrever é fazer as coisas acontecerem no futuro. Essa é a assustadora hipótese desenvolvida por Sidney Orr, jovem escritor em crise que recupera a inspiração ao comprar um caderno na loja de um chinês em Nova York. Paul Auster constrói um romance labiríntico, em que sucessivas camadas narrativas se sobrepõem e enredam o leitor numa trama de mistério. Leia +
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Neste romance de 1980, o sul-africano J. M. Coetzee, prêmio Nobel de literatura de 2003, explora a natureza do poder absoluto e as ambigüidades da ética na figura de um magistrado honrado a serviço de um Império sempre mais brutal. Leia +
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AMOR (2005)

Por meio das lembranças de seis mulheres, Toni Morrison narra uma história de ódios e paixões em que o falecido proprietário de um hotel à beira-mar é o pivô dos conflitos. Em 1993, Morrison tornou-se a primeira escritora negra a ganhar um Prêmio Nobel. Leia +
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Vários autores

Vinte e um dos mais importantes escritores de nossa época reunidos num único livro, contando histórias para celebrar a vida, num generoso gesto de apoio à luta contra a aids no mundo. Leia +
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DESESPERADOS (2007)

Publicado pela primeira vez em 1970, nos Estados Unidos, Desesperados foi redescoberto pela crítica e relançado num avassalador revival. É considerado um dos marcos da literatura americana do pós-guerra, comparável a Philip Roth, John Updike e Saul Bellow. Leia +
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Nesta obra-prima sobre a paixão e a violência, Salman Rushdie combina todos os ingredientes dos grandes épicos: guerras, revoluções, atos heróicos, assassinatos, tabus violados e destinos interrompidos, ao longo de sessenta anos de história do século XX. Leia +
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VERGONHA (2010)

Um dos primeiros romances de Salman Rushdie, Vergonha se debruça sobre o nascimento do Paquistão e a violenta disputa pelo comando do novo país, revelando jogos de poder nas esferas pública e privada. Leia +
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HOMEM LENTO (2007)

Neste audacioso romance, o ganhador do Nobel coloca em cena o esforço de um homem para recuperar a auto-estima e a capacidade de amar depois de sofrer um sério acidente. O resultado é uma história comovente sobre amor, sexo, mortalidade e literatura. Leia +
Seguinte

Relato autobiográfico de uma menina que luta para conquistar a independência e a liberdade após uma infância de privação e sofrimento. Cinderela chinesa é um best-seller internacional que fala com sensibilidade sobre a superação de uma juventude extremamente infeliz. Leia +
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RAJ (2008)

Neste belo romance, uma princesa indiana enfrenta com valentia as ameaças do Ocidente moderno. Ação, aventura e suspense revelam um lado desconhecido da luta da Índia contra o imperialismo britânico. Leia +
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AMADA (2007)

Baseado numa história real, Amada é ambientado em 1873, época em que os Estados Unidos começavam a lidar com as feridas da escravidão recém-abolida. Com estilo sinuoso, Toni Morrison constrói uma narrativa complexa, que entrelaça com maestria brutalidade e lirismo. Leia +
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JAZZ (2009)

Jazz é um romance visceral que recria a temática e a forma da música de blues. Nele Toni Morrison fala sem reservas de sua angústia com as injustiças praticadas contra mulheres negras e afirma-se como a última escritora clássica americana, na tradição de Poe, Melville, Twain e Faulkner. Leia +
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Um romance sui generis, em que um dos maiores mestres da prosa contemporânea divide a página em três planos narrativos distintos, numa ousada experiência entre a ficção e o ensaio. Leia +
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Oriente e Ocidente se encontram nesta bela trama de amor e aventuras, que aproxima o império mongol à Florença do Renascimento. Leia +