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Tradutor / José Geraldo Couto
JOSÉ GERALDO COUTO
Nasceu em Jaú, interior de São Paulo, em 1957. É jornalista e crítico de cinema. Trabalhou durante mais de vinte anos para a Folha de S.Paulo. É tradutor do inglês e do espanhol. Do inglês traduziu, entre outros autores, Henry James, Saul Bellow, Norman Mailer, Truman Capote, Michael Cunningham e Martin Scorsese. Do espanhol, Adolfo Bioy Casares e Enrique Vila-Matas.


#JoséGeraldoCouto
Títulos
Companhia das Letras
Um romance

Uma história de amor e de esperança em meio à guerra. Eleito um dos dez melhores livros do ano de 2017 pelo jornal The New York Times e pela revista Time, entre outras publicações. Leia +
Companhia das Letras
Um guia para o nosso futuro

Uma reflexão aguda e poderosa sobre o futuro do capitalismo — e sobre como, das cinzas da crise, podemos criar uma economia mais justa e sustentável Leia +
Companhia das Letras
CLARICE, (2017)
Uma biografia

A nova edição da premiada biografia de Clarice Lispector. Leia +
Companhia das Letras
Os últimos dias do Império soviético

Reportagem clássica retrata colapso do regime soviético. Leia +
Companhia das Letras

Uma visão alucinante e sarcástica da vida contemporânea nos contos inventivos e emocionantes de um mestre da narrativa norte-americana. Leia +
Companhia das Letras

Encenado em San Francisco, o romance de estreia de Scott Hutchins narra o drama de um homem às voltas com o projeto de criação de um computador inteligente, cuja memória é alimentada pelos diários íntimos de seu falecido pai. Leia +
Companhia das Letras
Vidas comuns na Coreia do Norte

Neste brilhante trabalho de não ficção, Barbara Demick consegue a façanha de reconstituir o cotidiano de pessoas comuns na Coreia do Norte - uma das sociedades mais impenetráveis do mundo e com um nível de controle digno do pesadelo imaginado por George Orwell no livro 1984. Leia +
Penguin Companhia

Ao criticar corajosamente os excessos do American Way of Life nascente, o filósofo abolicionista Henry David Thoreau oferecia aos leitores não apenas uma possibilidade crítica, mas um exemplo vivo de resistência pacífica. Leia +
Companhia das Letras

Ao manter uma rigorosa unidade de tempo e espaço, Paula Fox realiza um verdadeiro tour de force literário em Os filhos da viúva. Publicado pela primeira vez em 1976, o livro confirma o talento dessa escritora e instala definitivamente seu nome entre os grandes ficcionistas norte-americanos de nosso tempo. Leia +
Companhia das Letras
HERZOG (2011)

Publicado originalmente em 1961, Herzog se tornaria, ao longo do meio século que se seguiu, um clássico incontornável da moderna literatura norte-americana, e consolidaria Saul Bellow como um dos grandes escritores de nosso tempo, capaz de captar como nenhum outro as neuroses do homem urbano contemporâneo. Leia +
Companhia das Letras

O milionário americano Eugene Henderson, veterano de guerra e descendente de homens ilustres, resolve dar uma virada radical em sua vida, e parte para o coração da África em busca de relações humanas mais autênticas e de um sentido para a existência. Leia +
Companhia das Letras

O milionário americano Eugene Henderson, veterano de guerra e descendente de homens ilustres, resolve dar uma virada radical em sua vida, e parte para o coração da África em busca de relações humanas mais autênticas e de um sentido para a existência. Leia +
Companhia das Letras

Numa distopia contemporânea aterradora, um publicitário desempregado resolve investigar o assassinato de seu pai num shopping center e acaba descobrindo as atividades secretas de um grupo neofascista. Leia +
Companhia das Letras
A sombria viagem de Theodore Roosevelt e Rondon pela Amazônia

A inacreditável aventura de Roosevelt e Rondon pelo coração da selva brasileira, na qual afloram não apenas o embate do homem com a natureza hostil, mas também as diferenças culturais entre norte-americanos e brasileiros e o choque de personalidades de dois homens "maiores que a vida". Leia +
Companhia das Letras
CRASH (2007)

Numa narrativa em que o real é a todo momento contaminado pela alucinação lisérgica e pela fantasia erótica, o visionário Crash, escrito em 1973, impressiona e perturba por sua capacidade de apreender, sob a forma de pesadelo literário, a insanidade de nossa época. Leia +
Companhia das Letras
Convenções políticas (1960-68)

Reportagens clássicas de convenções presidenciais nos Estados Unidos, por um dos escritores mais provocantes da literatura americana, O super-homem vai ao supermercado é um marco do jornalismo literário e um mergulho nos traumas e paradoxos da América. Posfácio de Sérgio Dávila. Leia +
Companhia de Bolso
Histórias de Ruanda

A história de um dos mais terríveis genocídios do século XX, só comparável ao Holocausto dos judeus sob o nazismo: o massacre dos tutsis, em Ruanda, em 1994. Mescla de testemunho e reflexão sobre o episódio, o livro mostra como, ainda hoje, a distância entre civilização e barbárie pode ser curta. Leia +
Companhia das Letras
Um guia não convencional para o século XVIII

Neste "guia não convencional", Robert Darnton capta o imaginário do século XVIII num caleidoscópio que abarca dos tira-dentes ambulantes às fofocas sobre a vida sexual do rei da França, passando pelas surpreendentes relações entre Iluminismo e Bolsa de Valores. Leia +
Companhia das Letras
Um ano de leituras prazerozas

Os livros e os dias atesta a paixão de Alberto Manguel pela literatura como uma comunidade imaginária onde convivem e trocam idéias escritores e personagens de várias épocas e lugares. De Cervantes a Machado de Assis, os romancistas mais díspares permeiam as reflexões do autor sobre a vida contemporânea. Leia +
Companhia das Letras
O MESTRE (2005)

Em O Mestre, indicado para o Booker Prize de 2004, Colm Tóibín narra cinco anos da vida de um dos grandes gênios da literatura americana, Henry James, que aparece dividido entre o zelo pela privacidade e a enorme capacidade de observação do cotidiano. Leia +
Companhia das Letras
Paris na arte de Manet e de seus seguidores

Aclamado estudo sobre a pintura impressionista e a Paris do século XIX que se foca nas obras de arte e nas motivações sociais do período. Ensaio revitalizador da crítica da pintura moderna, o livro dá início à coleção História Social da Arte, coordenada por Sérgio Miceli e Lilia Moritz Schwarcz. Edição ilustrada com mais de 120 imagens. Leia +
Companhia das Letras
Memórias

O ensaísta e crítico literário palestino Edward Said - que morreu em setembro de 2003 - revê a própria trajetória intelectual e biográfica. Said narra o doloroso processo de construção de sua identidade, dividia entre Oriente e Ocidente, tendo como pano de fundo os eventos traumáticos que convulsionaram o Oriente Médio na segunda metade do século XX. Leia +
Companhia das Letras
A competição entre Scott e Amundsen pela conquista do Pólo Sul

Contrariando o sentimento predominante em seu país, Huntford desmonta o mito de Robert Falcon Scott como mártir do heroísmo britânico, revelando suas fraquezas como líder e a incompetência que marcou seu empreendimento. Um rigoroso trabalho historiográfico que se lê como um empolgante romance de aventura. Leia +
Companhia das Letras
Histórias de Ruanda

A história de um dos mais terríveis genocídios do século XX, só comparável ao Holocausto dos judeus sob o nazismo: o massacre dos tutsis, em Ruanda, em 1994. Mescla de testemunho e reflexão sobre o episódio, o livro mostra como, ainda hoje, a distância entre civilização e barbárie pode ser curta. Leia +


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