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Autor / Jorge Amado
JORGE AMADO
JORGE AMADO nasceu em 10 de agosto de 1912, em Itabuna (BA). Começou a escrever profissionalmente como repórter aos catorze anos, em veículos como Diário da Bahia, O Imparcial e O Jornal. Estreou na literatura com o romance O país do Carnaval (1931). Em 1945, foi eleito deputado federal pelo PCB – partido com o qual romperia anos depois. É autor de clássicos como Gabriela, cravo e canela, Tenda dos milagres e Tieta do Agreste. Faleceu em 2001, alguns dias antes de completar 89 anos. AVISE-ME SOBRE NOVOS LIVROS DESTE AUTOR


#JorgeAmado
Catálogo
Companhia das Letras
MAR MORTO (2008)

Na beira do cais de Salvador, entrelaçam-se várias histórias de pescadores, marinheiros, prostitutas e malandros. No centro desse mundo que parece parado no tempo, isolado da história, comandado pelo mito de Iemanjá, desenvolve-se a trajetória de Guma, jovem mestre de saveiro. Leia +
Companhia das Letras

Saga da constituição de um lugarejo na região cacaueira do sul da Bahia, Tocaia Grande atravessa décadas acompanhando personagens plenos de vida e verdade. Nesta obra de maturidade e de pleno domínio sobre seus recursos literários, Jorge Amado combina o registro épico ao lírico e ao satírico. Leia +
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Companhia das Letras

Capitães da Areia, a história crua e comovente de meninos pobres que moram num trapiche abandonado em Salvador, é talvez o romance mais influente de Jorge Amado. Clássico absoluto dos livros sobre a infância abandonada, assombrou e encantou várias gerações de leitores e permanece hoje tão atual quanto na época em que foi escrito. Leia +
Companhia das Letrinhas

Nesta narrativa infantil, a imparcial bola Fura-Redes - inimiga número um do zero a zero - acaba se apaixonando por Bilô-Bilô, um goleiro que vive às turras com as bolas. Com bom humor e romantismo, A bola e o goleiro mostra que dois seres com vocações opostas podem se apaixonar. Leia +
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Companhia das Letras

Jorge Amado narra nesta novela deliciosa o duplo óbito de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. Leia +
Companhia das Letras

Um dos romances mais populares de Jorge Amado, Dona Flor e seus dois maridos conta a história de uma mulher, a professora de culinária Florípedes Paiva, que conhece em seus dois casamentos sucessivos a dupla face do amor. Leia +
Companhia das Letras
SUOR (2011)

O terceiro romance de Jorge Amado demonstra a maturidade precoce do escritor baiano ao narrar o microcosmo de um cortiço no Pelourinho no começo dos anos 1930. Leia +
Companhia das Letras

Uma página sangrenta da história social brasileira elevada à categoria de mito fundador de uma civilização maculada pela cobiça e a barbárie. Posfácio de Miguel Sousa Tavares, autor de Equador e Rio das Flores. Leia +
Companhia das Letras

Com humor e autoironia, Jorge Amado passa em revista sua vida extraordinária, em episódios envolventes e vibrantes, dignos de seus melhores romances. Leia +
Companhia das Letras

Sintonizado com os dilemas de seu tempo, o primeiro romance de Jorge Amado - escrito em 1931, quando ele tinha dezoito anos - já revela uma literatura vívida e calorosa, em que a veia satírica convive com uma profunda compreensão das limitações humanas. Leia +
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Companhia das Letras

Entrelaçando fundo e figura de modo sutil, o autor fala de um momento crucial da vida social brasileira, ao mesmo tempo que narra uma surpreendente história de amor. Posfácio de José Paulo Paes. Leia +
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Companhia das Letras

Sobre o pano de fundo da discussão das teorias raciais que infestaram os meios intelectuais brasileiros no começo do século XX, o escritor compõe uma história viva da cultura popular baiana e discute a reconstrução deturpada do passado pelos detentores do poder político, intelectual e econômico. Leia +
Companhia das Letras

Nestas memórias da infância de Jorge Amado, acompanhamos a formação da sensibilidade e dos valores do futuro escritor, no mundo conturbado e violento da zona cacaueira baiana das primeiras décadas do século XX. Entre personagens que serviriam de inspiração a muitos de seus livros, o menino grapiúna presenciou o nascimento de cidades, guerras sangrentas e a constituição de toda uma cultura e uma mitologia. Leia +
Companhia das Letras

Na década de 1930, Ilhéus vive uma era de ouro sustentada pelas exportações de cacau. Jorge Amado narra com destreza esse momento de efervescência, entrecruzando os destinos trágicos e cômicos de coronéis e prostitutas, exportadores e artistas de cabaré, poetas e vigaristas. Leia +
Companhia das Letras

Uma caudalosa e elaborada parábola moral e política, em que personagens inesquecíveis se veem às voltas com temas agudamente atuais, como o desequilíbrio ambiental e a corrupção política. Leia +
Companhia das Letras

Narrativa densa e madura em que o autor satiriza as contradições da sociedade brasileira, enlaçando de modo irresistível alguns de seus motivos permanentes: a luta pela emancipação social, a força da cultura popular, a mesquinhez e o ridículo da elite. Posfácio de Zuenir Ventura. Leia +
Companhia das Letras

Célebre pelos romances caudalosos, Jorge Amado foi também um contista bissexto. Suas narrativas breves, embora pouco conhecidas, são excelentes portas de entrada para o universo do escritor baiano. Comentário de Ana Miranda. Leia +
Cia das Letras

Uma das mais divertidas e movimentadas histórias de Jorge Amado em torno da convivência entre santos católicos e orixás africanos nas ruas de Salvador. Leia +
Companhia das Letras
JUBIABÁ (2008)

A história de Antônio Balduíno pode ser lida como a jornada de um homem bruto, de poucas luzes, em direção ao entendimento do mundo e do lugar que nele ocupa. Posfácio de Antônio Dimas. Leia +
Companhia das Letras
CACAU (2010)

Esta saga da zona cacaueira, escrita na juventude de Jorge Amado em 1934, surpreendeu a crítica e os leitores da época pelo frescor de sua linguagem e pela crueza com que denunciava as duras condições de vida dos trabalhadores rurais do sul da Bahia. Leia +
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Companhia das Letrinhas

Com grande lirismo, Jorge Amado narra a história do amor de um gato mau por uma adorável andorinha. Com ilustrações aquareladas do artista plástico Carybé, a narrativa mostra como duas criaturas bem diferentes podem não apenas conviver em paz como mudar a maneira que cada um tem de ver o mundo. Leia +
Companhia das Letras

Em seu grande épico da condição sertaneja, Jorge Amado narra a saga de uma família de lavradores pobres expulsos de suas terras. O cangaço, o misticismo e os embates políticos pontuam a penosa e acidentada trajetória desses indivíduos, configurando um vívido painel do Brasil. Posfácio de Nelson Pereira dos Santos. Leia +
Companhia das Letras

O último volume da trilogia Os subterrâneos da liberdade narra o período em que o nazifascismo parecia triunfar na Europa e no Brasil, onde o Estado Novo demonstrava apreço por Hitler e perseguia comunistas e simpatizantes. Leia +
Companhia das Letras

Neste canto de louvor a Castro Alves, feito à maneira dos ABCs da literatura de cordel, Jorge Amado mostra a coerência entre a poesia arrebatada do "poeta dos escravos" e sua curta vida pessoal, feita de amores intensos e corajosa militância pela liberdade. Leia +
Companhia das Letras

Salvador, início dos anos 70. Uma imagem preciosa de santa Bárbara desaparece assim que chega ao cais da cidade. Misto de fábula mística e sátira política, este livro embaralha personagens reais e fictícios para narrar as caóticas 48 horas que se seguem ao misterioso acontecimento. Leia +
Companhia das Letras

No primeiro volume desta monumental trilogia escrita nos anos 1950, Jorge Amado traça um retrato ficcional amplo e vívido do início da ditadura do Estado Novo, momento em que Getúlio Vargas mostrava simpatia perigosa pela Alemanha nazista. Leia +
Companhia das Letras

No segundo volume da trilogia, Jorge Amado retrata ficcionalmente um momento sombrio da história brasileira: o endurecimento do Estado Novo, quando havia um temor real de que o país se alinhasse com as potências fascistas europeias e se tornasse uma ditadura totalitária. Leia +
Companhia das Letras

Narrativa breve e bem-humorada sobre como o sangue árabe - ou "turco" - ajudou a compor a mistura brasileira, contribuindo para a formação de um povo sensual, alegre e trabalhador. Posfácio de José Saramago. Leia +
Companhia das Letras

Por meio de múltiplas vozes, Jorge Amado narra as muitas vidas de Tereza Batista, sobrevivente da barbárie: presidiária, prostituta, professora de primeiras letras, sambista de cabaré, amásia de coronel, enfermeira, líder comunitária. Leia +
Companhia das Letras

Neste guia informal da cidade de Salvador, Jorge Amado compõe um panorama que privilegia a cultura popular, os personagens, a topografia e a magia, sem esquecer a crítica social. Leia +
Encontrados 49 livros deste autor.


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