Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Uma história que atravessa tempo e espaço para narrar o destino de duas viajantes do tempo rivais que se apaixonam e precisam mudar o passado para garantir um futuro juntas. Vencedor dos prêmios Hugo, Nebula e Locus, É assim que se perde a guerra do tempo, de Amal El-Mohtar e Max Gladstone, já está em pré-venda.
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Saiba mais sobre o livro:
Entre as cinzas de um mundo em ruínas, uma soldada encontra uma carta que diz: Queime antes de ler.
E assim tem início uma correspondência improvável entre duas agentes de facções rivais travando uma guerra através do tempo e espaço para assegurar o melhor futuro para seus respectivos times. E então, o que começa como uma provocação se transforma em algo mais. Um romance épico que põe em jogo o passado e o futuro. Se elas forem descobertas, o destino será a morte. Ainda há uma guerra sendo travada, afinal. E alguém precisa vencer.
“Uma mistura de romance epistolar com uma genial aventura de ficção científica, essa história é deslumbrante, cheia de significados, causas e efeitos, tecnologias imaginativas e intrincados jogos de palavras. Extraordinário.” ? Publishers Weekly
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"