100 clássicos para ler antes de morrer - CLÁSSICO É CLÁSSICO (E VICE-VERSA)

21/08/2023

Clássicos são histórias inesgotáveis, que permitem releituras, pois seus sentidos e interpretações tendem ao infinito. A cada fase da vida, percebemos novos detalhes nos enredos e personagens, que sempre conversam conosco. Além disso, seus temas e conflitos atravessaram o tempo, influenciam as gerações seguintes e sempre rendem boas discussões. Na lista abaixo, confira 100 livros que moldaram a literatura, da Antiguidade à contemporaneidade.

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VII-VIII a.C. (aprox.) Odisseia e Ilíada, de Homero

500 a.C. (aprox.)A arte da guerra, de Sun Tzu 

431 a.C. — Medeia, de Eurípedes

427 a.C. (aprox.)Édipo Rei, de Sófocles 

4 d.C. (aprox.)Kama Sutra, de Mallanaga Vatsyayana 

Séc. IV — Confissões, de Santo Agostinho

1304 (aprox.)Inferno, de Dante Alighieri

1532 — O príncipe, de Maquiavel 

1565 (aprox.) — Ensaios, de Montaigne 

1595 (aprox.)Romeu e Julieta, de William Shakespeare

1600 (aprox.)Sonetos de amor, de Luís Vaz de Camões

1605 — Dom Quixote, de Miguel de Cervantes

1719 — Robinson Crusoé, de Daniel Defoe

1726 — As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift

1759 — Cândido, de Voltaire

1762 — Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau

1774 — Os sofrimentos do jovem Werther, de Wolfgang von Goethe 

1785 — 120 dias de Sodoma, de Marquês de Sade

1813 — Orgulho e preconceito, de Jane Austen

1818 — Frankenstein, de Mary Shelley 

1830 — O vermelho e o negro, de Stendhal

1845 — O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas 

1845 — O corvo, de Edgar Allan Poe 

1847 — Jane Eyre, de Charlotte Brontë

1847 — O morro dos ventos uivantes, de Emily Brontë

1848 — Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels

1850 — A letra escarlate, de Nathaniel Hawthorne

1850 — David Copperfield, de Charles Dickens

1851 — Moby Dick, de Herman Melville

1853 — 12 anos de escravidão, de Solomon Northup 

1856 — Madame Bovary, de Gustave Flaubert 

1859 — Úrsula, de Maria Firmina dos Reis

1862 — Os miseráveis, de Victor Hugo 

1864 — Viagem ao centro da Terra, de Jules Verne

1865 — Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

1865 — Iracema, de José de Alencar

1868 — Mulherzinhas, de Louisa May Alcott

1869 — O idiota, de Fiódor Dostoiévski

1877 — Anna Kariênina, de Liev Tolstói

1878 — O primo Basílio, de Eça de Queirós

1883 — As aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi

1886 — O médico e o monstro, de Robert Louis Stevenson

1887 — Um estudo em vermelho, de Arthur Conan Doyle

1888 — O ateneu, de Raul Pompeia

1890 O retrato de Dorian Grey, de Oscar Wilde

1894 — Mowgli, de Rudyard Kipling

1895 — A máquina do tempo, de H. G. Wells 

1897 — Drácula, de Bram Stocker 

1899 — Dom Casmurro, de Machado de Assis

1901 — A falência, de Júlia Lopes de Almeida

1901 — Pedro Coelho, de Beatrix Potter

1902 — Os sertões, de Euclides da Cunha

1903 — Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda, de Howard Pile

1904 — O lobo do mar, de Jack London

1904 — Peter Pan e Wendy, de J. M. Barrie

1907 — O ladrão de casaca, de Maurice Leblanc

1911 — Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto

1913 — Para o lado de Swann, de Marcel Proust 

1913 — Totem e tabu, de Sigmund Freud

1915 — A metamorfose, de Franz Kafka

1920 — A época da inocência, de Edith Wharton

1920 — Ulysses, de James Joyce 

1925 — Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf 

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