Mario Quintana e a poesia minimal, por João Anzanello Carrascoza
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Há 40 anos, escolhemos um caminho.
Um caminho que se multiplica em tantos outros.
Escolhemos acreditar que o livro não se resume a um objeto.
Pois o livro é uma ponte que atravessa tempos.
É um encontro marcado com a diferença.
Cada obra publicada carrega seu compromisso.
Compromisso com o pensamento crítico.
Com a diversidade de vozes.
Com a formação de leitores autônomos.
E com a educação como espaço de diálogo, de construção da cidadania e consolidação da democracia.
Acreditamos que editoras não publicam apenas livros.
Criam repertórios visuais e literários.
Inauguram e ampliam argumentos.
Apoiam educadores.
Fortalecem a educação como projeto coletivo.
E fazem dos leitores seus amigos e amigas mais íntimos.
Sabemos que educar é um ato de coragem.
Exige escuta, responsabilidade e visão de longo prazo.
Por isso, acreditamos no nosso pacto com a formação de leitores; de cidadãos capazes de interpretar o mundo — e assim transformá-lo.
Ao longo dessas quatro décadas, estivemos presentes dentro das mochilas, nas estantes das bibliotecas e nas casas espalhadas por todos os cantos deste país continental.
Tivemos, assim, o privilégio de acompanhar gerações de estudantes que cresceram, questionaram, imaginaram, projetaram e construíram seu próprio caminho.
Celebrar quatro décadas significa rever o passado e olhar para a frente com compromisso renovado.
Seguiremos investindo na nossa qualidade e no apuro editorial.
Na formação de professores e bibliotecários.
Na valorização da literatura como fomento da emancipação.
E em um projeto sempre plural – diverso como o nosso país.
Porque acreditamos que um livro pode fazer toda a diferença.
Que apenas um leitor pode ampliar muitos horizontes.
Que um só professor apoia tantos destinos.
Que a escola é um local dileto de afetos e de transformação.
Há 40 anos, escolhemos a educação como companhia.
E seguimos escolhendo esse caminho, todos os dias.
livro é companhia.
livro é companhia há 40 anos.
Nos 120 anos do autor, celebramos sua obra marcada pelo humor, pela espirituosidade e pelo lirismo
Em Um homem bom, Waldomiro J. Silva Filho cria uma narrativa de rara densidade emocional que evoca os rastros deixados pelas perdas, pela perseguição política e pela melancolia diante de um mundo indiferente.
Errata da primeira edição de "Trincheira tropical: A Segunda Guerra Mundial no Rio"