A literatura e as pequenas revoluções que ajudam a (re)definir papéis de gênero
Há muitos livros que abordam os papéis de gênero de formas bem sutis. São histórias que, nos detalhes, nos convidam a olhar com mais atenção... Confira algumas delas:

Em 2013, a Porto Editora, de Portugal, passou a publicar as obras do Nobel de Literatura José Saramago. Para marcar a chegada do autor em sua nova casa editorial, uma coleção especial foi lançada com a participação de grandes personalidades brasileiras e portuguesas, que emprestaram sua caligrafia para as capas dos livros. Nomes como Chico Buarque, Valter Hugo Mãe e Lídia Jorge estamparam suas letras em títulos como Ensaio sobre a cegueira, As intermitências da morte e O homem duplicado.
Agora, o projeto gráfico idealizado pelo ateliê Silvadesigners chega ao Brasil com novas edições e caligrafias, em uma coleção customizada exclusivamente para a livraria Saraiva. São doze livros cujos títulos foram registrados nas caligrafias de Sebastião Salgado, Álvaro Siza Vieira, Ana Maria Machado, Raduan Nassar, Milton Hatoum, Fernanda Torres, Eduardo Lourenço, Julián Fuks e Daniela Thomas, além dos autores citados anteriormente.
A nova coleção José Saramago já está disponível na Saraiva. As edições tradicionais das obras de Saramago já lançadas pela Companhia das Letras continuam disponíveis nas demais livrarias.
A seguir, conheça as novas capas e faça o teste para descobrir quem é o dono de cada caligrafia.
Há muitos livros que abordam os papéis de gênero de formas bem sutis. São histórias que, nos detalhes, nos convidam a olhar com mais atenção... Confira algumas delas:
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