O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Há um século, num 1º de junho, nascia Murilo Rubião (1916-1991), o grande contista mineiro que foi um dos maiores expoentes da literatura fantástica em nossas letras. Um pioneiro que, com apenas 33 contos -- lapidados à exaustão —, foi toda uma literatura. O realismo mágico, o inesperado, a surpresa e o maravilhamento são a base de sua obra. Um legado incontornável nas letras brasileiras.
Para comemorar a data, a Companhia das Letras publica este mês o volume Obra completa -- edição do centenário, com todos os contos do autor, além de ensaio inédito de Carlos de Brito e Mello e um delicioso artigo feito pelo crítico Jorge Schwartz na década de 1970.

Obra completa -- edição do centenário chega às livrarias no final do mês.
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Fabiane Secches apresenta os bastidores da escrita de "Ilhas suspensas", seu romance de estreia.
Anúncio do livro do líder político palestino Marwan Barghout pela Companhia das Letras