O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".

Há dois anos, faleceu o jornalista Otavio Frias Filho, diretor de redação da Folha de S.Paulo. Em homenagem à sua memória, disponibilizamos em e-book o livro “Queda livre”, publicado em 2003, e disponibilizamos gratuitamente, até domingo, 23/08, o capítulo Viagem a Mapiá, no qual Otavio narra a experiência radical de tomar o chá alucinógeno do Santo Daime na Amazônia.
Queda livre está disponível nas livrarias e lojas on-line, agora também no formato e-book.
Viagem ao Mapiá, capítulo que integra a obra, está disponível gratuitamente até o dia 23/8. Baixe agora: Amazon. Em breve também no Google Play, Kobo e Apple Books.
Leia abaixo o comentário do jornalista e editor Matinas Suzuki Jr. sobre:
“Com a saída de cena prematura de Otavio Frias Filho, foi-se uma fatia do melhor da prosa de não-ficção brasileira. ‘Queda livre’ já nasceu como um clássico do jornalismo literário em língua portuguesa. Os sete textos do livro pertencem à categoria do chamado ‘jornalismo de submersão’ (ou, como está na quarta capa do livro, ‘ensaios de risco’), com uma particularidade que distingue as reportagens em primeira pessoa do autor: as experiências pessoais são completadas por observações surpreendentes e associadas a citações, pertinentes e sem pompa, de um olhar que leu e refletiu muito antes de descrevê-las. Otavio escreve com a clareza de um belo dia ensolarado. Aliás, era só isso que pedia William Strunk Jr., o grande professor de redação americano, aos seus alunos: ‘Clareza, clareza, clareza’. É com muito orgulho que a Companhia das Letras divide livremente com seus leitores o texto ‘Viagem ao Mapiá’, um dos melhores do livro ‘Queda livre’.”
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Fabiane Secches apresenta os bastidores da escrita de "Ilhas suspensas", seu romance de estreia.
Anúncio do livro do líder político palestino Marwan Barghouti pela Companhia das Letras