O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Em setembro de 1953, com a criação de seu personagem (ou heterônimo) mais famoso, Sérgio Porto deu o salto que o fez entrar de vez para o panteão dos grandes cronistas brasileiros.
Foi com Stanislaw Ponte Preta e seu humor corrosivo, dono de um olhar sagaz para a sociedade brasileira, que Porto publicou livros definitivos, como o Febeapá, Tia Zulmira e eu e muitos outros.
Para falar sobre a influência de Porto nos cronistas de hoje e celebrar a obra do autor, que na última semana comemoraria 99 anos, a Rádio Companhia desta semana traz o jornalista e escritor Alvaro Costa E Silva, também conhecido como “o Marechal” — que organizou o livro A fina flor de Stanislaw Ponte Preta — e Gregorio Duvivier, escritor, ator, roteirista e grande fã de Porto.
Saiba mais sobre A fina flor de Stanislaw Ponte Preta:
As crônicas reunidas pelo jornalista Alvaro Costa e Silva neste volume trazem o olhar inteligente, mordaz, afiado e debochado de uma das mentes mais brilhantes do humor brasileiro.
Apresentação e edição: Paulo Junior
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