O fio e os rastros, por Diogo Bercito
Diogo Bercito compartilha suas pesquisas e o contato com a natureza que marca "A solidão das aranhas".
Em abril, o Clube Rádio Companhia leu “Vozes de Tchernóbil”, de Svetlana Aleksiévitch.
Participaram da conversa: Enrico Sera, do departamento de marketing; Tamiris Busato, assessora de imprensa da Companhia das Letras; e Pedro Telles da Silveira, professor de História Moderna e Metodologias da Pesquisa Histórica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
No livro, escrito a partir de entrevista com mais de 500 fontes, numa apuração que durou mais de 10 anos, Aleksiévitch constrói um relato e testemunho da tragédia de Tchernóbil. Em 26 de abril de 1986, explosões seguidas de incêndio na usina nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia - então parte da finada União Soviética -, provocou uma catástrofe sem precedentes em toda a era nuclear: uma quantidade imensa de partículas radioativas foi lançada na atmosfera da URSS e em boa parte da Europa. É por meio das múltiplas vozes - de viúvas, trabalhadores afetados, cientistas ainda debilitados pela experiência, soldados, gente do povo - que a autora reconstitui os detalhes e o destino dos indivíduos afetados pela catástrofe.
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