Um ano sem celular nas escolas: o que mudou?
Conversamos com educadores para descobrir na prática como a lei nº 15.100/2025 mudou a realidade das escolas
A plataforma colaborativa Mapa da Infância Brasileira (MIB) acaba de lançar uma publicação virtual, que pode ser baixada gratuitamente! Quem está na escuta? reúne artigos de pesquisadores que atuam em diferentes áreas.
"Quem abre a discussão, numa entrevista exclusiva, é Manuel Jacinto Sarmento, professor em Sociologia da Infância da Universidade do Minho, de Portugal. Ele trata da participação infantil na cidade e da representação da infância nos dias de hoje no texto intitulado Retrato em positivo. Para Sarmento, é urgente estabelecer uma relação recíproca, de fala e de escuta, entre adultos e crianças", diz o texto de apresentação, no site.
A importância em ouvir, observar e dialogar com o universo da criança é um caminho único e maravilhoso, em casa e na escola. Para a educadora e antropóloga Adriana Friedmann, idealizadora do Mapa da Infância Brasileira, "escutar as crianças é como fazer uma viagem ao território da infância. No percurso pelos universos infantis, o viajante descobre diversidade de linguagens, costumes, sabores, cheiros, músicas, danças, brincadeiras, histórias e paisagens. Assim, ao escutar e descobrir o que as crianças têm a dizer, novos mundos e repertórios descortinam-se à frente do adulto."
Vários outros textos muito interessantes compõem esse material tão rico e, ao mesmo tempo, poético. Afinal, as narrativas da infância traçam rotas, brincadeiras, fontes de inspiração e diversas iniciativas em todo o Brasil.
Quer saber mais? Clique aqui para ver o material no Mapa da Infância Brasileira, e aqui se quiser ir direto à publicação.
Conversamos com educadores para descobrir na prática como a lei nº 15.100/2025 mudou a realidade das escolas
Antes de ser mediadora de leitura, Cristiane foi professora. Na sala de aula, ela começou a se envolver com a literatura e a mediação observando o que funcionava - e o que não funcionava - na formação de novos leitores
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta