Um ano sem celular nas escolas: o que mudou?
Conversamos com educadores para descobrir na prática como a lei nº 15.100/2025 mudou a realidade das escolas
Já se foi um ano desde a primeira chamada para o embarque no Expresso Letrinhas, um clube de assinatura de livros infantis que reúne viajantes pelo universo da leitura; foi lançado em novembro de 2015. E as viagens foram por muitos mundos: dos reinos de Hans Christian Andersen à poesia nonsense de Tatiana Belinky, dos lugares imaginários de Arthur Nestrovski às aventuras do boneco Pinóquio, do subterrâneo das minhocas até uma incursão pelo corpo humano.
Mas, antes mesmo de as crianças embarcarem nas histórias, os livros viajam um bocado! O acervo selecionado, que inclui obras como Menino Drummond, de Carlos Drummond de Andrade, O silêncio da água, de José Saramago, Bárbaro, de Renato Moriconi, e Diário de uma minhoca, de Doreen Cronin e Harry Bliss, já chegou a crianças de 21 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, num total de 112 cidades das cinco regiões.
Há um pouco de tudo nesse clube: histórias clássicas, contemporâneas e inusitadas. Poemas, contos, romances e peças de teatro. Livros com personagens que não descolam da gente: a corajosa Píppi Meialonga, uma toupeira que insiste em saber quem fez cocô em sua cabeça, uma indiazinha que vira japinim, e Curupira, a criatura das matas, entre outros.
A arte-educadora Ju Lund, também escritora e blogueira, conta que foi uma “experiência incrível” receber os livros em casa. “É muito carinho envolvido, leituras para toda família, e não só para meu filho de três anos. É viciante, você fica mais ansiosa do que a criança na espera do carteiro!", conta a mãe do Joan. Abaixo, uma foto do pequeno leitor que ela compartilhou com o blog.

Para saber mais sobre o Expresso da Letrinhas, clique aqui.
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Antes de ser mediadora de leitura, Cristiane foi professora. Na sala de aula, ela começou a se envolver com a literatura e a mediação observando o que funcionava - e o que não funcionava - na formação de novos leitores
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta