Brincar sozinho também pode ser bom
‘Jorge e Léo estão sempre juntos’, novo livro de Jon Agee, fala sobre o desejo de estar sozinho e mostra que estar junto não significa estar grudado
"Poemas da minha terra tupi" / Maté (texto e ilustrações)[/caption]
Em Poemas de minha terra tupi, a francesa radicada no Brasil Marie-Thérèse Kowalczyk - a Maté - faz uma homenagem à cultura e aos povos indígenas. A dedicatória que abre o livro - "À memória daqueles que um dia pisaram este chão e inventaram as palavras mais belas para falar de nossa terra" - dá pistas do que virá na sequência.
Em 14 poemas, Maté tece uma narrativa sobre a origem tupi de muitas das palavras do cotidiano, como Mantiqueira, Jaçanã, Tatuapé, pororoca. Vai brincando com os sentidos - os originais, os atuais, os trocadilhos, como em Tatuapé -e, assim, restaura no imaginário o lugar da cultura dos povos originários.
Quem nomeia as coisas também conta as histórias. Quem conta as histórias se faz ouvir. Os povos indígenas, por muito tempo invisíveis e sem palavra, sem voz, sem fala, aparecem aqui não como os donos de mitos e lendas folclóricos, mas como aqueles que inventaram um pouco do nosso mundo e da cultura que é nossa também. Nos poemas, reconhecemos que eles também somos nós.
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