Brincar sozinho também pode ser bom
‘Jorge e Léo estão sempre juntos’, novo livro de Jon Agee, fala sobre o desejo de estar sozinho e mostra que estar junto não significa estar grudado
"Os tesouros de Monifa" / Sonia Rosa (texto) e Rosinha (ilustrações)[/caption]
Como a gente fica bastante tempo juntos a gente lê o tempo inteiro. Os livros de culinária estão cheios de migalhas e farinha, pois lemos quando vou fazer o jantar. Às vezes - nos infantis em especial -, a gente troca umas migalhas no texto para evitar os estereótipos e preconceitos.
O que mais lembro da minha infância é dos meus pais contando histórias inventadas, mas, em especial minha mãe, que repetia com alterações as mesmas histórias. Também gosto de inventar, e eles pedem com frequência para que eu co nte histórias de quando eu era pequeno e histórias do sítio em que os avós moram.
No fundo a gente se ilumina como a boitatá: do brilho dos olhos das outras pessoas, então, como a gente lê bastante em casa é muito natural que eles [as crianças] gostem dos livros, de pesquisar no google, de ler manuais, de ler cartas de pokemon.
O que eu mais tenho gostado de ler inclusive são as cartas que Nina [a filha mais nova, de 3 anos] escreve praticamente todo dia na escola para mim, geralmente assinadas com um "F".
Fabricio Remigio, 35 anos, fotógrafo, pai de um menino de 5 e de uma menina de 3.
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