Um ano sem celular nas escolas: o que mudou?
Conversamos com educadores para descobrir na prática como a lei nº 15.100/2025 mudou a realidade das escolas
Em resumo Escritor Daniel Munduruku e filósofa ativista Maria Vilani participam de encontro do programa Escolas Transformadoras no Itau Cultural. Grátis; segunda, 26/8, às 19h30
Como o trabalho em equipe pode contribuir para a construção de uma sociedade de pessoas que transformam? O que a cooperação pode fazer por uma educação e uma sociedade mais justas, igualitárias e democráticas?
Catando piolho e contando histórias, de Daniel Munduruku (texto) e Maté (ilustrações)
Esse tema será o objeto de diálogo do próximo debate do programa Escolas Transformadoras, com a participação de o escritor e professor Daniel Munduruku e da filósofa Maria Vilani, que é ativista cultural e criadora do CAPSArtes, do bairro de Grajaú, em São Paulo. Daniel é autor de diversos livros para crianças, que contam as histórias e memórias de seu povo, os Munduruku. A iniciativa é correalizada no Brasil pela Ashoka e pelo Instituto Alana, que acontece no dia 26 de agosto, às 19h30, em São Paulo, e será transmitido ao vivo pela página do Facebook do programa.
Conversamos com educadores para descobrir na prática como a lei nº 15.100/2025 mudou a realidade das escolas
Antes de ser mediadora de leitura, Cristiane foi professora. Na sala de aula, ela começou a se envolver com a literatura e a mediação observando o que funcionava - e o que não funcionava - na formação de novos leitores
Cada coordenador pedagógico e professor tem seu próprio processo para desenhar o percurso das leituras. Mas há alguns fatores que precisam ser levados em conta