Home | Livros | Companhia das Letras | DIAS NA BIRMÂNIA
CLIQUE PARA AMPLIAR
Ler um trecho

DIAS NA BIRMÂNIA

George Orwell
Tradução: Sergio Flaksman

R$ 77,90

/ À vista

Apresentação

Publicado originalmente em 1934, o primeiro romance de Orwell baseia-se em suas experiências como policial na Birmânia, hoje rebatizada como Mianmar. Um poderoso e implacável retrato do colonialismo britânico.

Frequentemente comprados juntos

Companhia das Letras

Dias na Birmânia

George Orwell

R$ 77,90

Companhia das Letras

A flor da Inglaterra

George Orwell

R$ 67,90

Companhia das Letras

Como morrem os pobres e outros ensaios

George Orwell

R$ 62,90

Preço total de

R$ 208,70

Adicionar ao carrinho

Você pode gostar também de

Companhia das Letras

A flor da Inglaterra

George Orwell

R$ 67,90

Companhia das Letras

O caminho para Wigan Pier

George Orwell

R$ 62,90

Companhia das Letras

Como morrem os pobres e outros ensaios

George Orwell

R$ 62,90

Companhia das Letras

Na pior em Paris e Londres

George Orwell

R$ 57,90

Companhia das Letras

O que é fascismo?

George Orwell

R$ 44,90

Companhia das Letras

Uma vida em cartas

George Orwell

R$ 67,90

Companhia das Letras

Dentro da baleia e outros ensaios

George Orwell

R$ 54,90

Companhia das Letras

A revolução dos bichos

George Orwell

R$ 24,90

Companhia das Letras

Homenagem à Catalunha

George Orwell

R$ 67,90

Penguin-Companhia

Por que escrevo

George Orwell

R$ 27,90

Indisponível

Ficha Técnica

Páginas: 360 Formato: 14.00 X 21.00 cm Peso: 0.44 kg Acabamento: Livro brochura Lançamento: 29/01/2008
ISBN: 978-85-3591-153-4 Selo: Companhia das Letras Ilustração:

SOBRE O LIVRO

Publicado originalmente em 1934, o primeiro romance de Orwell baseia-se em suas experiências como policial na Birmânia, hoje rebatizada como Mianmar. Um poderoso e implacável retrato do colonialismo britânico.

Publicado originalmente em 1934, o primeiro romance de Orwell baseia-se em suas experiências como policial na Birmânia, hoje rebatizada como Mianmar. Um poderoso e implacável retrato do colonialismo britânico.

John Flory não esconde sua impaciência para com a vida de madeireiro na Birmânia (atual Mianmar) dos anos 1920, quando o remoto país asiático era uma colônia britânica. No clube de brancos racistas e bêbados que freqüenta, Flory é considerado um bolchevique por ser amigo dos "negros", isto é, os nativos do lugar. "Expressar-se livremente é impensável", diz Flory, sobre a miserável existência na colônia. "Você é livre para virar um bêbado, ocioso, covarde, maledicente, fornicador; mas não é livre para pensar por si mesmo. " Apesar de não esconder sua estreita amizade com o médico local, um indiano honesto e dedicado, Flory demonstra relutância em defendê-lo abertamente, junto aos membros do clube europeu, contra as calúnias de U Po Kyin, magistrado nativo corrupto e ambicioso. A chegada de Elizabeth, uma jovem inglesa casadoira, faz o calejado administrador enxergar sua única chance de construir uma vida digna e feliz. Mas o angustiado Flory, um dos mais complexos e apaixonantes personagens modelados pelo gênio de George Orwell, parece não ter o poder de mudar o rumo dos acontecimentos.

Sobre o autor